O PSDB e o DEM preparam uma ação na Justiça Eleitoral contra as centrais sindicais - Força, CUT, CGTB, CTB e Nova Central . O motivo seria a utilização das verbas do imposto sindical para a utilização na campanha da candidata a presidente Dilma Roussef e seus aliados nos Estados.

Em Alagoas os dois comerciais de TV que foram produzidos pela CUT foram retirados do ar pela Justiça que exigiu das entidades saber quanto foi gasto na exibição destas peças.

Esta semana durante a assembléia da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), em São Paulo, que reuniu sindicalistas de todo o Brasil, foi defendido a continuidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva e alertaram para um "retrocesso", em clara referência ao pré-candidato tucano à Presidência, José Serra.

O evento, pago pelo imposto sindical, que desconta um dia de salário ao ano de todos os trabalhadores com carteira assinada, custou pelo menos 800.000 reais, segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.

O Cadaminuto apurou que as peças publicitárias veiculadas nas TVs locais em Alagoas onde críticas ao governo de Teotônio Vilela e elogios ao governo Lula foram enviadas adireção nacional do PSDB para consubstanciar a ação.

Em entrevista ao site Revista Veja o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), é "natural e desejável" que o partido entre com representação contra as cinco centrais sindicais, especialmente pelo uso de verba do imposto sindical. "É dinheiro público", salientou