O atacante Kléber foi absolvido pela diretoria do Cruzeiro por sua expulsão no primeiro minuto da derrota para o São Paulo, por 2 a 0, na quarta-feira, no Morumbi, que custou a eliminação da equipe celeste da Libertadores. De acordo com o diretor de futebol cruzeirense, Eduardo Maluf, não foi um lance para expulsão.
“Claro que não. Nós entendemos e vimos na televisão uma cinco ou seis vezes, que não era lance para expulsão e uma expulsão que decidiu o jogo. Se percebêssemos que o Kléber estivesse errado estava punido como qualquer outro”, comentou Eduardo Maluf, ao ser indagado se haveria algum tipo de punição ao atacante.
Para o dirigente celeste, uma expulsão no primeiro minuto só se justifica em caso de falta muito grave. “O Larrionda expulsou o kléber com um minuto de jogo e com um minuto tem de ser muito grave a falta, o bandeira estava a 30 centímetros e não deu falta. Que o Kléber tocou (Richarlyson) no cara é indiscutível mas não é lance para expulsão, e isso decidiu o jogo”, lamentou.
Eduardo Maluf chamou Jorge Larrionda de árbitro em final de carreira e que não era o mais indicado para atuar em uma partida como a que São Paulo e Cruzeiro fizeram na quarta-feira. “Acho que o Cruzeiro não teve competência e o São Paulo foi muito melhor, mas as duas arbitragens foram lamentáveis”, reclamou o dirigente, referindo-se também ao primeiro jogo, uma semana antes, também vencido pelo São Paulo, por 2 a 0.