O advogado Edson Maia, que defende o Monsenhor Luiz Marques Barbosa,
religioso que acabou sendo preso durante depoimento na CPI da pedofilia, no último domingo, (18) vai encaminhar na manhã desta terça-feira (20) dois pedidos ao juiz da 8° Vara, John Silas, para que a prisão seja revogada e uma outra solicitação com o objetivo de que o padre cumpra prisão domiciliar. Ele disse que o Senador Magno Malta foi arbitrário ao não cumprir a Constituição Federal.
 

Edson disse ao CadaMinuto que a saúde do monsenhor Luiz Marques está debilitada e, por isso, decidiu entrar com esses dois pedidos. “O Luiz Marques está muito abatido e debilitado. Esses são os principais motivos para a defesa pedir a revogação da prisão dele. Caso não seja aceita, estou pedindo também que ele cumpra a prisão domiciliar”, falou.

O advogado também revelou que atitude do Presidente da CPI da Pedofilia, Senador Magno Malta, foi arbitrária, não obedecendo aos princípios da Constituição Federal. “Considero arbitrária a atitude do Senador Magno Malta em não deixar meu cliente se reportar para saber se era cabível responder tal pergunta. Ele feriu totalmente à Constituição sendo irregular na condução dos depoimentos”, explicou Edson Maia.

Ele também informou que caso seja negado os pedidos, recorrerá ao Tribunal de Justiça em Maceió, e pedirá, através de um Habeas Corpus, a soltura do Monsenhor Luiz Marques que está preso no 3° Batalhão da Polícia Militar em Arapiraca.