Franck Ribery e Sidney Govou, jogadores da seleção da França, foram interrogados na última semana sobre um caso de pedofilia em seu país. De acordo com a imprensa europeia, os dois atuaram como testemunhas de uma investigação judicial aberta a respeito de denúncias do Café de Zaman, um clube privê nos arredores de Paris, no qual menores de idade foram encontradas se prostituindo.
Os advogados da dupla afirmaram que eles não foram acusados. Segundo o representante de Ribery, o atleta do Bayern de Munique foi convocado para explicar sua relação com um conhecido que trabalha no local. Já o advogado de Govou afirmou somente que o atleta do Lyon não está envolvido na rede de pedofilia, e reclamou que as informações atrapalharam a imagem de seu cliente.
Ao todo, seriam quatro os jogadores da França envolvidos nas investigações, que ainda deve convocar os outros dois. No caso de Ribery, os investigadores pretendem esclarecer suas relações com uma prostituta marroquina, que era menor de idade quando conheceu o jogador em 2009. Govou também foi ligado a uma das funcionárias da casa, mas que também já completou 18 anos em 2010.
Até agora, quatro pessoas já foram presas no caso da discoteca, localizada na região de Champs-Élysées. Na França, o cliente de uma prostituta menor de idade pode ser condenado a pagar uma multa de 45 mil euros (mais de R$ 105 mil) e a até três anos de prisão.