Finalmente, estamos chegando ao final da primeira parte do Campeonato Alagoano de Profissionais. Pode não ter sido o melhor de todos os tempos, mas reconheço que a competição, com todos os seus desfalques, superou a expectativa. Por exemplo, jogar o campeonato sem o CSA, sem os estádios Rei Pelé e o de Arapiraca, sem dúvida, tira parte do brilho da competição.
No entanto, em campo, os times conseguiram se superar e as rodadas foram equilibradas, surpreendentes e alternaram líderes e a briga pelo rebaixamento também foi acirrada. Hoje, às vésperas da última rodada, já temos um campeão do primeiro turno, que é o Murici, o ASA classificado, enquanto Corinthians, Coruripe e CRB brigam pelas outras duas vagas para a segunda fase.
O Penedense, que tanto brigou na justiça desportiva e comum para voltar ao campeonato, foi o primeiro time rebaixado. Agora, é a briga na parte baixa da tabela entre União, CSE e Santa Rita para fugir da degola.
Com todas as dificuldades da competição, entendo que se chegamos a última rodada com três equipes brigando pela classificação (duas vagas) e outras três lutam para não cair, acho que o saldo é bom. Alem disso, as rendas foram razoáveis, os dirigentes reclamaram pouco das despesas e, apenas, o capítulo arbitragem vai continuar sendo o calcanhar de Aquiles de qualquer entidade esportiva, principalmente, a do futebol.
Nesse segmento, temos, sim, o que reclamar e lamentar. Péssimas arbitragens, clubes prejudicados e alguns poucos bons momentos dos homens do apito. Todo ano a história é a mesma: vamos continuar trabalhando para melhorar.
Mas, até quando, temos que esperar!