Os integrantes da Comissão de Combate à Corrupção Eleitoral da OAB/AL (CCE) estiveram na manhã desta quinta-feira (08) na sede do Ministério Público Estadual (MPE) para participar de uma reunião com o procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares Mendes.
Desde que os novos membros da comissão assumiram, em fevereiro deste ano, várias reuniões foram agendadas com representantes de órgãos, como TRE/AL e PF/AL onde juntos começaram a traçar estratégias conjuntos de combate à compra de votos e outras formas de corrupção eleitoral.
Para as eleições deste ano, Alagoas deve contar com o reforço da Polícia Federal. É que uma solicitação da comissão foi encaminhada ao MP, que já acatou o pedido. O número de policiais ainda não foi definido, segundo o presidente da comissão Álvaro Barboza, mas ele garantiu que todos os municípios alagoanos vão contar com as forças federais.
Álvaro Barboza, destacou a importância das parcerias dos órgãos para o combate a corrupção e voltou a afirmar que o trabalho será ainda mais rigoroso. “Vamos dar continuidade as ações da comissão. Esse ano as fiscalizações serão ainda mais severas, com uma vigilância sistemática”, disse, voltando a ressaltar a importância da conscientização da população sobre o voto consciente. A comissão deve preparar uma cartilha que será entregue ao eleitorado.
Eduardo Tavares mostrou que o órgão dará total apoio a comissão, e farão um trabalho em conjunto. O procurador fez um alerta para a população. “A sociedade deve ter muita consciência na hora de votar e buscar renovar, para que esses deputados não voltem a assumir. O MP estará em vigilância constante e todos os corruptos serão punidos. Estaremos unidos para divulgar e fazer a população não vender nem a alma nem o voto”.
O Ministério Público vai realizar no próximo dia 19 de abril, a partir das 9 horas, um encontro com todos os promotores do Estado. De acordo com Tavares, o objetivo é traçar estratégias para combater a corrupção. A luta do órgão no momento, segundo o procurador, é trabalhar com total empenho para que os deputados taturanas não sejam reeleitos pela população.


