Os servidores da Assembleia Legislativa entraram com um mandado de segurança para garantir a implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria. Segundo Ernani Malta, presidente do sindicato dos servidores, a medida foi tomada já que a Mesa Diretora não quer colocar o reajuste em prática.

"Esse orçamento só vai ser votado hoje porque o governo é conivente com a Mesa. Entramos com esse mandado para ver se conseguimos fazer com o PCCS seja implementado", afirmou Malta. O PCCS representa um aumento de 5,8% no orçamento, o que são R$ 9,450 milhões.

Malta afirmou também que servidores antigos da ALE formaram uma associação e foram orientados por deputados da Mesa, que não concordam com a implementação do PCCS, a fazer oposição à luta da categoria.