Aos 26 anos, o brasileiro Pablo Campos, natural de Campinas, São Paulo, vive grande fase no futebol norte-americano. Para virar jogador, o atleta teve um início curioso. "Jogava em uma escolinha de Campinas e fui bem em um jogo contra a Ponte Preta", relembra. Na época, Campos estava com 13 anos, e, ao ser visto por um diretor da Ponte Preta, foi chamado para treinar na equipe campineira. Porém, ao ser levado pela própria mãe ao treino, Pablo Campos não foi tratado como desejava. "Só de raiva, quis ir treinar no Guarani e lá fiquei por 3 anos", disse.

Ao deixar o Guarani, Campos foi levado pelo ex-zagueiro Wilson Gottardo para o Botafogo, no Rio de Janeiro. Quando gozava do período de férias, foi visitar a mãe, que estava morando nos Estados Unidos. "Nesse ínterim, o Botafogo trocou de treinador, chegou o Zagallinho e pediram para eu me reapresentar antes do tempo. Disse que não havia condição e, quando voltei, fui dispensado", disse.

O jogador foi para o Bangu e, ao mesmo tempo, cursou a Universidade Estácio de Sá, o que levou o atleta a se envolver com uma Universidade Norte-Americana. Após 6 meses no futebol dos Estados Unidos, Campos viveu uma aventura na Grécia, onde não recebeu durante os 8 meses em que esteve lá.

Pela Liga Profissional dos Estados Unidos, em 2007, o jogador brasileiro marcou 21 gols e ficou, segundo ele, bastante conhecido no país. Campos chegou a jogar por 8 meses na Suécia, mas novamente, deu preferência para o futebol americano. "Assinei contrato de 4 anos com a MLS", comenta.

Um fato marcante na carreira de Pablo Campos foi quando deixou para trás o badalado jogador inglês, David Beckham, que havia marcado um belo gol pela Liga Norte-Americana. "Ele marcou um golaço, mas deu azar, pois naquela semana fiz 2 gols, que me deram o prêmio do jogador da semana", orgulha-se.