A reportagem do CADAMINUTO conversou hoje pela manhã (26), na sede do Partido dos Trabalhadores (PT), como o delegado da Polícia Federal, José Pinto de Luna. Ele declarou que é pré-candidato ao Senado Federal e fez uma avaliação dos nomes cotados para enfrentar o governador Teotônio Vilela (PSDB), nas eleições desse ano. Luna afirmou que sua candidatura é irrevogável.
Pinto de Luna, deve conversar na manhã desta terça-feira com o presidente do PT, em Alagoas, Joaquim Brito, para saber o que ficou definido na reunião do \'Chapão\' que ocorreu ontem, num hotel, no bairro de Ponta Verde. “Não tive nenhum contato com Joaquim Brito para saber o que ficou definido ou pré-definido na reunião do chapão. Vamos saber agora pela manhã onde toda executiva do PT estará reunida para tratar diversos temas”, disse Luna.
Ele também revelou que não foi convidado a participar da reunião. “Não fui convidado, mas observamos o seguinte, que todos os candidatos ao senado são presidentes do partido. Estava o Benedito de Lira que é um pré-candidato, Renan Calheiros e outros”.
Segundo Ronaldo Lessa, a reunião seria para tentar diminuir o número de candidatos ao Senado. Luna deixou claro que a candidatura dele é irrevogável. “Acredito e confio nas palavras que foram ditas de que o PT não vai abrir mão de minha candidatura ao Senado que é irreversível. O PT tem que se respeitar já que é um partido do Presidente da República e o partido que está em última instância. Quer dizer, nós temos que ter o nosso valor”, disse.
Perguntamos qual a preferência dele em relação ao Cícero Almeida e Ronaldo Lessa, ambos pré-candidatos ao governo. “O Cícero Almeida, ele representa o novo, na administração executiva estadual. Como prefeito está mostrando que tem uma aceitação popular. O Ronaldo Lessa já mostrou a maneira de administrar. Acredito que o povo que deva escolher”, explicou Pinto.
Pinto de Luna, o senhor tem medo de levar uma rasteira e ficar fora da disputa? “Toma cuidado com a rasteira é o que o pessoal sempre fala. Senador vão te dá uma rasteira, porque o jogo político pressupõe isso, ou seja, é um jogo baixo, a rasteira já uma coisa embutida na política. Como iniciei agora, não tomei a minha ainda e não quero, mas o duro é o chute no saco, que para reabilitar da dor fica complicado”, brincou Pinto de Luna.
Ouça a entrevista completa com o pré-candidato José Pinto de Luna.
