A situação da Unidade de Emergência do Agreste, Dr. Daniel Houly, está cada vez mais complicada para o atendimento as vítimas de acidentes e casos de violências com arma de fogo e arma branca. Essa semana diversas denúncias de pacientes e familiares afirmaram que faltam médicos para atender.
Após a primeira denúncia a direção da unidade alegou que alguns profissionais haviam faltado e o número de médicos é escasso, alguns especialistas não se encontravam presentes, mas a própria diretoria havia entrado em contato com outros profissionais em Maceió, resolver a carência dos médicos.
Pacientes ficam aglomerados nos corredores a espera de atendimento e a confusão são enormes, nesta manhã de sábado (23), uma jovem vítima de arma branca, procedente da cidade de Teotônio Vilela, chegou à unidade para receber atendimento em estado grave e funcionários da unidade alegaram que não havia médico para atender e que seria necessário a remoção da jovem para Maceió. O motorista da ambulância da cidade informou que não possuía combustível suficiente para seguir a capital.
O clima ficou tenso na portaria da unidade quando o repórter Cláudio Barbosa da Rádio Novo Nordeste se encontrava no local realizando uma reportagem sobre o assunto. Após a reportagem a assistente social a conseguiu o atendimento da jovem na unidade.
Momentos depois a assistente social informou ao reporte que uma paralisação dos médicos estava dificultando ao atendimento e que o médico diretor da unidade Ronaldo Nezinho estava retornando de Maceió, com uma equipe de médicos para realizar os plantões do final de semana.
