O acordo saiu ontem, a executiva do PDT dobrou o grupo liderado por Cristovam Buarque e vai mesmo apoiar Dilma Roussef para a presidência, e o preço foi revelado pelo próprio partido, o presidente apóia o próprio Cristovam em Brasília e Ronaldo Lessa em Alagoas para que o partido conquiste dois governadores, contra nenhum na atual gestão.
Quando em entrevista ao Cadaminuto o ex-governador Ronaldo Lessa falou que o presidente Lula teria um papel decisivo na escolha do candidato ao governo do Estado, ele sabia o que estava falando.
O ex-governador desembarca logo mais a tarde em Brasília para um encontro que aconte as 18 horas de hoje com Lula, onde de acordo com o que foi noticiado pelos colunistas que cobrem a rotina do Palácio do Planalto (O Globo, Estado, Correio Braziliense, Blog do Noblat) , o presidente vai informar que a Frente Nacional de Apoio a Dilma quer Ronaldo como candidato ao governo.
Lessa disse ao Cadaminuto que a única forma de aceitar a candidatura é caso o prefeito Cicero Almeida diga que não vai ser candidato e apóie o seu nome, mas Lula já sabe disto, foi informado pelo senador Renan Calheiros e já avisou a direção do PP que resolva este problema.
A intenção do grupo é que logo após o carnaval o nome de Lessa seja lançado,mas já existe uma corrente dentro do Chapão que começa a trabalhar o nome do ex-governador e diz que a situação já está definida.
“O Ronaldo é candidato a governador, o Renan e o Benedito ao Senado, o Luna se mostrar fôlego até julho é candidato também e vamos atropelar o grupo do governador nas eleições de deputados federais e estaduais” explicou o dirigente de um dos partidos que compõe o chapão ao Cadaminuto.
Para confirmar a tendência do lançamento da candidatura de Lessa ao governo, pelo menos dois institutos de pesquisa, que trabalham para os partidos que compõe a Frente de Oposição (è assim que eles querem ser chamados ao invés de Chapão), fizeram levantamentos que colocam o ex-governador em ótima situação na capital.
O único detalhe que falta para o lançamento de Lessa ao governo se chama Cicero Almeida, e este, de acordo com o mesmo dirigente, é imprevisível.
