Independente de quem será o candidato a oposição, o grupo político de oposição ao governador Teotônio Vilela deverá causar um grande “estrago” entre os candidatos a deputado federal e estadual, por conta da coalizão dos partidos que compõe a frente.
Com apenas o PSB, PMN, DEM, PSC e PPS confirmados junto ao PSDB os políticos que compõe o grupo que dará sustentação a reeleição de Teotônio Vilela começa a traçar as estratégias para buscar as vagas para a Câmara e o Senado Federal.
Os candidatos ao Senado do grupo estão praticamente definidos, Manoel Gomes de Barros, ex-governador e atualmente filiado ao PSDB deve ser um dos candidatos e José Costa ocupará a vaga destinada ao PPS.
A indicação de Mano partiu do candidato a deputado federal, Francisco Tenório, que tenta se manter forte na região da Zona da Mata e foi bem aceita pelos “cardeais” tucanos de Alagoas.
Na Câmara Federal a disposição seria a formação de um grupo único, mas a dificuldade para isto está na inclusão do nome de Givaldo Carimbão,PSB, que já fez uma chapa para que seu partido saia sozinho na eleição. Além dele, candidatos como o atual deputado estadual Alvaro Guimarães e a ex-prefeita de passo de Camaragibe, entre outros, o daria os votos suficientes para conseguir sua vaga sem ele ter que arriscar em uma composição diferente.
Sobra então para Regis Cavalcante, Rui Palmeira, José Thomaz Nonô, Francisco Tenório, Carlos Alberto Canuto e João Caldas liderar um grupo que de acordo com os analistas fará dois, ou com muita sorte, três candidatos a Câmara Federal.
Todos estes nomes sabem que a disputa vai ser difícil, eles analisam que o PTB com João Lyra e Celia Rocha,podem levar um terceiro nome para a Câmara e que o PMDB, de Olavo Calheiros e Joaquim Brito deve eleger pelo menos os dois, com a vaga de Givaldo Carimbão e a composição de um grupo que contará com PR, de Mauricio Quintella, PT de Paulão, além do PC do B e do PV e tem chance de fazer um deputado só sobraria duas vagas, e é isto que eles almejam se juntando em um grupo.

