Por Everton Oliveira
Alguns deputados estaduais de Alagoas não se sentem seguros em viver em Alagoas. Ora, se eles se sentem assim, imaginemos nós pobres mortais.
Já faz muito tempo que Alagoas virou um estado que luta incessantemente para reverter os piores índices na Educação, na Saúde, na Assistência Social, na Segurança Pública, enfim, Alagoas é como um corredor na última colocação tentando a todo custo terminar a prova, e olhe em penúltimo lugar.
A cúpula da Defesa Social toma atitudes eficientes quando o assunto da Segurança envolve autoridades de Alagoas, a eficiência é praticamente automática, mas olhe que mesmo assim, a situação está difícil. O deputado Sérgio Toledo já foi vítima de invasão de sua casa, a Desembargadora Presidente do Tribunal de Justiça, também já foi vítima de insegurança. Recentemente a esposa do presidente da Assembléia Legislativa, Lucila Toledo, juntamente com seu netinho foi vítima até de um seqüestro relâmpago e como se pode afirmar que Alagoas vai bem.
O deputado estadual Rui Palmeira não se sente seguro em Alagoas, a deficiência é explícita, disse, mas acredita que falta um maior investimento e mais contratação da reserva técnica, mas o Governo de Alagoas esbarra na Lei de Responsabilidade Fiscal, disse. Já o deputado Isnaldo Bulhões, ressaltou que também não se sente seguro e foi mais além critica veementemente a permanência da atual cúpula da Defesa Social. “A cúpula já deu o que tinha de dá, não sei quem sugere tal permanência deles”, disse enfático Isnaldo Bulhões.
Já o presidente da Assembléia Legislativa, Fernando Toledo, garantiu que ainda se sente seguro, apesar do que aconteceu com sua família, disse que “é uma Barra fazer Segurança Pública, mas acredita que o Governo está investindo o que pode para melhorar a situação”, disse Toledo.