Fora dos planos do Fluminense para este ano, Luiz Alberto vive um inferno astral daqueles. Afastado do time em 2009 pelo técnico Cuca, o zagueiro foi assaltado na madrugada desta segunda-feira, em Camboinhas, Região Oceânica de Niterói, quando estava saindo de casa. Ele foi rendido por homens armados, que levaram um cordão de ouro, R$ 500 e um relógio. As informações são da Rádio CBN.
Luiz Alberto não estava no Aeroporto Santos Dumont com o grupo de 28 jogadores que embarcou na manhã desta segunda-feira para Vitória, onde o time realizará a pré-temporada visando ao Campeonato Estadual do Rio, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. O zagueiro treinará separadamente dos outros companheiros.
A diretoria tricolor tentará uma rescisão amigável com o jogador. Renegado com mais outros quatro jogadores – Roni, Leandro Amaral, Wellington Monteiro e Paulo César –, Luiz Alberto será chamado pelo vice de futebol do clube, Ricardo Tenório, e pelo gestor Mário Bittencourt, para discutir o fim do contrato, que vai até o ano que vem.
A direção do clube informou que algumas rescisões estão muito bem encaminhadas e não deverá haver problema para resolver este assunto. Nos últimos dias, o único jogador que se manifestou sobre a rejeição foi o lateral Paulo César, que aderiu ao Twitter (página pessoal na internet) para comentar o atual momento.
Paulo César, se dizendo injustiçado por ter sido posto de lado no Fluminense, escreveu na internet que a “água vai limpar tudo o que aconteceu de ruim em 2009” e que “se não fosse a família não teria estrutura para aguentar todas as injustiças que sofreu. A torcida também não deu trégua e o perseguiu de forma incansável ano passado.