O Real Madrid negou ter recebido do xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real em Abu Dhabi e dono do Manchester City, uma proposta de compra do clube no valor de 1 bilhão de euros, como havia publicado neste domingo o jornal espanhol As. Fontes ligadas ao xeque árabe também negaram que ele tenha intenções de comprar o clube espanhol.
Nesta terça-feira, o clube de Kaká e Cristiano Ronaldo publicou uma nota em seu site. “O suposto interesse e a existência de qualquer tipo de oferta para comprar o Real Madrid são falsos”, disse o texto.
O diário As afirmou no domingo que o xeque árabe já teria até enviado intermediários para oferecer o dinheiro para comprar na íntegra o Real Madrid. Estes representantes já estariam inclusive marcando reuniões com o atual presidente do clube, Florentino Pérez, para negociarem as propostas na próxima semana.
A agência de notícias Wam informou na noite desta segunda-feira que uma fonte próxima ao xeque qualificou as informações publicadas pelo jornal espanhol de "especulações totalmente infundadas e irresponsáveis que não têm credibilidade e profissionalismo".
Segundo a fonte, Mansur "tem um grande respeito pelo Real Madrid" e "está concentrando seus esforços neste momento em modernizar o Manchester City para conseguir um maior número de vitórias e ocupar seu posto na elite do futebol do Reino Unido".
O Real Madrid é um dos quatro clubes espanhóis controlados pelos sócios, e não por uma entidade privada. Os outros são Barcelona, Athletic Bilbao e Osasuna. Uma possível venda do clube não está nem prevista em seu estatuto. Além disso, o bilionário árabe, já dono do Manchester City, não poderia ter duas equipes simultaneamente.