Conhecidos os adversários de Alagoas na Copa do Brasil do próximo ano, já dá para fazermos uma análise sobre o que podem acontecer com as equipes do ASA, campeão do Estado, e o Corinthians, vice-campeão.
O ASA vai enfrentar um time que já fez nome no futebol brasileiro, mas que sumiu do mapa nos últimos anos, o Nacional de Manaus. Aparentemente será um adversário que não mete medo, pois está de fora de competições nacionais há muito tempo.
Assim mesmo não deve ser considerado cachorro morto. Hoje, jogo minhas fichas no alvinegro arapiraquense.
Já o Corinthians vai pegar uma pedrada. O Vitória, adversários do Tricolor da Via Expressa, tem tradição, é time de Série A, onde se manteve, apesar de não fazer uma grande campanha. Como o time alagoano ainda é uma incógnita, não dá para se fazer uma comparação entre os dois. Hoje, acho que o rubro-negro baiano levaria vantagem.
No entanto, é bom lembrar que o Corinthians na última participação na Copa do Brasil chegou à terceira fase, desbancando o Atlético paranaense.
E o Vitória este ano só seguiu na Copa por ter tirado o ASA da competição na cobrança de pênaltis.
Em sendo assim, acho que Alagoas pode colher bons frutos da Copa do Brasil a julgar pelos retrospectos.
DOIS TOQUES
1 - Diretoria de Marketing do ASA, à frente Sérgio Lúcio, já pensa na nova campanha para atrair sócio-torcedores. E marcou para o próximo domingo uma festa de confraternização, justamente para atrair novas adesões. A festa será no Clube dos Fumicultores. Segundo Lúcio, o novo associado e os adimplentes que pagarem R$ 50 vão ter direito a quatro ingressos para os jogos do ASA fora de casa pelo Campeonato Alagoano. Como se sabe, o clube vai atuar fora de Arapiraca, tendo em vista a reforma do Municipal.
2 – Vários torcedores do CRB não admitem a volta de Júnior Amorim – falam até em pré-contrato definido - ao time da Pajuçara, pelo fato de o atleta ter trocado o Galo pelo CSA nesta temporada. Amorim é profissional como muitos outros que saíram do CRB, atuaram pelo CSA e voltaram a Pajuçara. O caso de ídolos como Silva, Joãozinho Paulista, Tadeu, Beba e muitos outros. O profissional tem que honrar a camisa que veste. Isso é o mais importante, e Amorim já provou isso.