A Federação Alagoana de Futebol (FAF) está às voltas com um problema que parece interminável: os estádios.
Menos de um mês para o início do Campeonato Alagoano e praticamente todos os estádios apresentam problemas, ameaçando o início da competição, como aconteceu este ano.
Acho que a FAF precisa ser mais contundente nesse item, já que sempre fica o problema para última hora, quando se sabe que o Estadual deste ano terminou em maio. A entidade teve tempo de sobra para resolver a questão, mas só agora em novembro foi que o caso veio a baila.
Os clubes precisam ser responsabilizados sobre a questão, que já mexeu até com o Ministério Público Estadual e preocupa ao Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária.
Em meio a toda essa parafernália, o coitado do torcedor, que paga para ver os jogos do seu clube e corre o risco da precariedade de algumas praças de esporte.
Na verdade, não se sabe ainda como será o futebol na Capital se o Estádio Rei Pelé não for aberto, mesmo parcialmente. Vai sobrar apenas o Nelson Feijó, onde o Corinthians já anunciou que não pretende abri-lo para clássicos.
Como é complicado esse futebol. Será falta de comando?
DOIS TOQUES
• O ASA já conhece seu adversário na Copa do Brasil de 2010. Trata-se do nacional, de Manaus, sendo o primeiro jogo em Alagoas no dia 24de fevereiro. O local é uma incógnita. Com o Estádio Municipal em reforma, o jogo pode ser no Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios, ou no Gérson Amaral, em Coruripe. Já o Corinthians Alagoano pega uma parada mais difícil. O Vitória da Bahia. O jogo será também no dia 24 de fevereiro no Nelson Feijó. Este ano o time baiano eliminou o ASA nos pênaltis, após dois empates.
• A contratação do zagueiro Plínio pelo ASA mostra que a equipe arapiraquense está pensando alto para a próxima temporada. Trata-se de um grande jogador, que mostrou todo futebol quando defendeu a camisa do CRB. Com passagem por grandes clubes, Plínio vem somar na equipe comandada pelo técnico Vica.