De 25 a 28 de novembro aconteceu em Florianópolis o XVIII Congresso Nacional do Ministério Público. Pela primeira vez Santa Catarina sediou o maior e mais importante encontro da Instituição. Mais de 1500 integrantes do MP, tanto procuradores e promotores de Justiça, além de estudantes e outros operadores do Direito acompanharam os debates do evento. As palestras foram assinadas por Carlos Ayres de Britto, Lenio Luiz Streck, Joel de Menezes Niebuhr e o jurista italiano Luigi Ferrajoli.

A delegação de Alagoas foi formada pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares e pelos promotores de Justiça Afrânio Roberto Pereira de Queiroz, Márcio Roberto, Luiz Medeiros, Norma Suely Medeiros, José Antonio Malta Marques, José Carlos Castro, Tácito Yuri, Humberto Henrique Bulhões, Adriano Correia de Barros Lima, Anderson Barbosa, Cláudio Sá, Carlos Alberto Alves de Melo e Fernando Augusto de Araújo Jorge.

Entre as autoridades nacionais participaram do evento o procurador-geral da República, Roberto Gurgel; Olympio de Sá Sotto Maior Neto, presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público, dos Estados e da União; Sandro José Neis, Corregedor Nacional do Ministério Público; Marilene Barbosa Nobre; presidente do Conselho Nacional de Corregedores Gerais do Ministério Público, dos Estados e da União; Maurício Kalache, Presidente do Colégio de Diretores de Escolas do Ministério Público do Brasil e o presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), José Carlos Cosenzo.

O tema central do encontro e das teses foi “O Ministério Público como fator de redução de conflitos e a construção da Paz Social”. De forma pioneira o MP abriu o evento para a sociedade civil, com a Audiência Temática "Postura e Limites da Atuação do Ministério Público em Face das Políticas Públicas e dos Princípios da Livre Iniciativa”. O objetivo foi ressaltar o caráter democrático da Instituição e contou com a participação de entidades dos mais diversos setores da sociedade em geral.