O Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) voltou a ser alvo de críticas na sessão desta quinta-feira, da Assembleia Legislativa de Alagoas. O autor das reclamações foi o deputado Judson Cabral (PT), que usou o plenário para afirmar que o governo do Estado não está cumprindo com as finalidades corretas do fundo.
“O Fecoep foi criado na época do governo passado, a quem o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) critica tanto. Mas, já se passaram três anos e até agora não sabemos onde está a finalidade. O governo está esquecendo de olhar para os que mais precisa. Tem que ter ações diretas se não vamos chegar ao encerramento do governo e ainda continuará essa inércia”, falou.
Em a parte, o deputado Gilvan Barros (PSDB) saiu para a defesa do governador. Segundo ele, o governo ainda precisa avançar, mas está tentando de tudo para quer aconteça, principalmente com a implantação de industrias e o crescimento de Alagoas na economia.
“Precisa que se avance em algumas áreas e precisamos continuar cobrando para que isso aconteça. Os avanços, os ganhos que Alagoas tem contabilizado com o governo Téo Vilela tem provocando um grande crescimento no estado”, completou.
A fala de Barros recebeu o apoio do líder do governo, Alberto Sextafeira (PSB), que explicou a situação do Fecoep. “O governador chegou de viajem, pois estava tratando dessa questão junto à procuradoria do Estado. È preciso ter o procedimento legal para esses pagamentos”, contou.
Outro deputado que se posicionou na defesa do governo foi Marcos Ferreira (PSDB). Ele lembrou que durante a aprovação do fundo, ele foi o único parlamentar a votar contrario ao projeto. “Achava que era projeto que poderia trazer na questão eleitoral. Não se pode pegar o dinheiro e está fazendo bolsa como faz o governo Lula”, comentou.
Em nova réplica, Judson Cabral afirmou que caso esteja realmente nas mãos da Secretaria da Fazenda o controle do Fecoep, a erradicação da pobreza, vai virar miséria. “É lamentavelmente. Espero ver ações para que aconteça as inclusões sociais”, concluiu.
