A secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos vem a público apoiar a decisão da Universidade Bandeirante (Uniban), de São Bernardo do Campo (SP), que reconheceu um equívoco e resolveu dar o direito a estudante de turismo Geisy Arruda de frequentar as aulas, considerando que manter tal arbitrariedade seria uma violência prestada duas vezes - uma pelos colegas e outra por uma instituição de ensino.

"A expulsão seria mais um algoz para a estudante. Foi uma violência o que os outros alunos fizeram com ela. Rever a expulsão foi uma prática correta. O fato mostra a existência de intolerância, arbitrariedade e violência contra a mulher”, afirmou a secretária Wedna Miranda.