Após matéria exclusiva do Cadaminuto, na qual o procurador do Ministério Público, Eduardo Tavares disse não haver inquérito ou processo contra o deputado Antônio Albuquerque (sem partido), o parlamentar declarou que “finalmente a justiça foi feita”, lamentando sua prisão, ocorrida em junho do ano passado.


O mandado de prisão de Albuquerque foi expedido por juízes da 17° Vara e na época, o então Superintendente da Polícia Federal, José Pinto de Luna disse que a motivação seriam os crime de pistolagem cometidos por ele.


Albuquerque declarou ainda, que o procurador estava sendo justo e que a constatação não o surpreendia. “Nunca houve nada que pudesse me envolver nesse tipo de crime”, reafirmou ele.
A assessoria de imprensa do MPE reafirmou nesta quinta-feira, 27, que a posição do procurador não é nova e que qualquer fato em contrário não passaria de mera especulação.


Eduardo Tavares disse ainda, que iria trabalhar primeiro no caso do afastamento do deputado Cícero Ferro, para depois avaliar a situação de outros parlamentares envolvidos em crimes de mando e que não via problema na atitude da Assembléia Legislativa determinar o trancamento de ações contra Ferro, mas destacou que o Legislativo não poderia impedir que medidas cautelares fossem tomadas.