Segundo a companhia, a conta financeira foi beneficiada por conta do impacto positivo da apreciação do real frente ao dólar entre abril e junho e da marcação a mercado das posições futuras de hedge de combustível.
Em termos operacionais, a receita líquida da companhia mostrou recuo de 8,6% na comparação anual, para R$ 2,298 bilhões no segundo trimestre, diante da queda da demanda. Já os custos e despesas operacionais subiram 3,6%, para R$ 2,450 bilhões, em função do aumento das despesas com depreciações a amortizações, manutenção e revisões, entre outras.
Desta forma, o resultado operacional (antes da conta financeira) da TAM foi negativo em R$ 152,4 milhões entre abril e junho, ante lucro operacional de R$ 148,2 milhões no mesmo período do ano passado.
O resultado da TAM medido pelo Ebitdar (lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e arrendamento) foi de R$ 191,5 milhões no segundo trimestre, com queda de 39,9% na comparação com um ano antes.
No primeiro semestre, a TAM acumulou lucro de R$ 850,7 milhões, alta de 115% na comparação anual, também favorecida pelo resultado financeiro. De janeiro a junho, a receita líquida da TAM subiu 3,4%, para R$ 4,937 bilhões, enquanto os custos e despesas aumentaram 6,8%, para R$ 4,864 bilhões.
Todos os resultados se referem ao padrão contábil brasileiro.