Estamos nos aproximando dos dias em que o futebol alagoano, definitivamente, conhecerá o seu futuro em relação a CSA e CRB. O primeiro, neste sábado, ou continuará vivo na Série D ou jogará contra o Santa Cruz, em Recife, na outra semana, apenas para cumprimento de tabela. O segundo, tem a obrigação de vencer, no domingo, e, ainda, fica na torcida para o Confiança ser derrotado pelo Icasa, no Juazeiro.
O CSA vai enfrentar o Sergipe, quase no final desta primeira fase, ainda sem saber o que é uma vitória. Foram quatro jogos, com uma derrota e três empates, e toda partida a esperança é a mesma: Será que vai ganhar? Como diria o tio Mário – olha ele de volta – O que você acha?. Dentro do desespero de quem precisa dar uma boa satisfação à torcida, a diretoria danou-se a contratar, trazendo até jogador velho, quase parando e problemático, na esperança de conquistar a classificação.
O pior de tudo é que o CSA pode, mesmo que atrasado, ganhar os dois jogos e, mesmo assim, não chegar a lugar nenhum, fruto da péssima campanha inicial. É o lanterna do grupo, tem 3 pontos, contra 4 do Santa Cruz, 6 do Central e 7 do Sergipe, com todos faltando jogar duas partidas.
Mas, o problema do CSA é de inteira responsabilidade dos atuais dirigentes e do técnico Celso Teixeira, que tem, juntamente com os jogadores, a quase obrigação de ganhar. A mim, que opinei contra a participação do time na Série D, não afeta em nada, pois sempre entendi que o clube deveria ser reestruturado, com a reforma do Mutange, no mínimo, a recuperação do campo de jogo, para não ficar mendigando campo para treinar, com investimento e valorização das categorias de base e a formação de um time para disputar a segunda divisão do Campeonato Alagoano em 2010, com chances de ganhar e votar a primeira divisão.
EM TEMPO: ESSE PENSAMENTO EU JÁ TRANSMITI NESTE BLOG, ANTES DO CSA SER CONFIRMADO NA SÉRIE D.
O CRB tem a última e grande chance no domingo. Não é o programa do FLÁVIO CAVALCANTE, para os saudosistas e mais antigos, mas é tudo ou nada. Só que o CRB não depende, exclusivamente, dele. O CRB precisa ganhar e, ainda, depende de uma derrota do Confiança, no Juazeiro, para o Icasa.
A sorte do CRB é que o Icasa também precisa vencer e o Confiança é um time ruim, mesmo que o nosso “galo” também não seja nenhuma Brastemp. O time, no entanto, precisa jogar com a mesma garra que teve contra o ASA, em Arapiraca. Perdeu o jogo, mas foi um time que correu muito, marcou forte e perdeu porque o goleiro André, o zagueiro Neguete e o meia Emersom entregaram os dois gols de bandeja ao ASA.
No primeiro gol, com o CRB vencendo por 1 a 0, o André saiu errado, trombou com o Neguete, que foi driblado pelo Júnior Viçosa, e a bola sobrou limpinha para o Fábio Lopes jogar no fundo do gol. Três minutos depois, foi a vez do garoto Emersom – que tem futuro – fazer pênalti no Paulo Foiane e ele mesmo cobrou e deixou 2 a 1.
No jogo de Arapiraca, o CRB primeiro perdeu para ele mesmo, depois para o ASA, que pela campanha mereceu a classificação, que só perde a vaga com o Icasa derrotando o Confiança e o Salgueiro ganhando do CRB por uma diferença de 9 gols. AQUÍ PARA NÓS, ESSA SEGUNDA OPÇÃO ACHO IMPOSSÍVEL!
Homenagem justíssima ao Arivaldo Maia
A homenagem que o prefeito de Maceió, Cícero Almeida, fez ao companheiro Arivaldo Maia, foi uma das mais justas a esse competente profissional. O Arí é um desses caras sérios e dedicados que temos na imprensa de Alagoas. Um brilhante narrador esportivo, totalmente consagrado, é um homem de várias copas do mundo e eventos internacionais, respeitado, honesto e amado por todos.
Eu sinto orgulho de tê-lo como amigo e também da família, a Edna – esposa – e dos filhos, netos, irmãos, tios, sobrinhos – alguns estavam na solenidade. Outro detalhe importante é que o Ginásio Poliesportivo Arivaldo Maia é do tamanho da grandeza e importância do homenageado. Um ginásio moderno e, acima de tudo, bonito.
PARABÉNS PREFEITO CÍCERO ALMEIDA. Vossa Excelência acertou em cheio na escolha e esse, sem dúvida, foi o seu maior gol já marcado, entre tantos outros, pelos gramados e quadras da sua vida política e pessoal.