O vendedor de milagres é acusado de ter extorquido "milhares de francos" de clientes. Ele afirmava ser pai de santo e praticava sessões de umbanda em Friburgo. Apenas seu primeiro nome, João, foi revelado. "O suspeito contesta os montantes recebidos, diz não ter explorado a inexperiência nem a fraqueza das pessoas e rejeita a acusação de encorajar a prostituição", afirmou o juiz de instrução, em um comunicado.
O advogado do brasileiro, Philippe Leuba, não revela onde está seu cliente e nem se ele comparecerá ao tribunal durante o julgamento.Se for condenado, João pode pegar cinco anos de prisão por usura e extorsão. Mas se ficar provado que ele incitou a prostituição, sua pena pode subir para dez anos.