Da minha parte, não existe nenhuma dúvida, quanto ao caráter do treinador Arnaldo Lira, do CRB. Considero-o um treinador fraco no conhecimento, conversador, mal-educado, intransigente, exibido, gosta de aparecer e, por onde passou, só deixou problemas para o clube. A torcida do Ferroviário do Ceará, seu último clube, fez festa quando ele saiu. E não é conversa, está no site das torcidas organizadas, é só conferir.

 

Responda rápido: qual foi o último clube em que o “técnico” conquistou alguma coisa? Dizer que na imprensa de Alagoas só têm três nomes que merecem respeito (Arivaldo Maia, Waldemir Rodrigues e Antônio Torres) é querer zombar e desdenhar de pessoas e de profissionais que fizeram e fazem história na crônica esportiva de Alagoas.

 

Não discuto a preferência do Lira pelos nomes falados, até assino embaixo, mas a nossa imprensa esportiva é formada por gente da melhor qualidade, tem pessoas sérias e também não sérias, como tem treinador sério e treinador que ganha dinheiro por fora para trazer os seus apadrinhados, como tem policial que presta e os que não prestam. Médico bom e médico ruim e por aí vai.

 

Achei uma indelicadeza muito grande do “técnico” Lira, coisa muito natural nele, as palavras usadas para definir a nossa imprensa. Dizer que os profissionais, na sua maioria, estão comprometidos com João Feijó e Gustavo Feijó é uma atitude que só pode partir de um treinador irresponsável.


 

 

Dizer coisas porque acha, sem provas, deixa a mesma dúvida sobre a pergunta feita, recentemente, pelo repórter Kleber Marques, da Rádio Difusora, que no início reprovei e, agora, tenho dúvidas, quando ele perguntou ao treinador “quanto ele estava ganhando para trazer tanto jogador do Ferroviário”.

 

Só tem um culpado por tudo isso que está acontecendo no CRB: a sua diretoria. Desde o início, que muita gente era contra, na imprensa, entre torcedores e alguns conselheiros. Todo mundo esqueceu, menos esse colunista, da última vez em que o “técnico” passou pelo clube e não compareceu ao aeroporto para viajar com o CRB, num compromisso da Série B, alegando, agora, que saiu porque o Gustavo Feijó queria escalar o time. Não deu satisfação na época, foi embora para a Paraíba e, ainda, levou alguns jogadores do CRB.

 

Agora, volta e apronta mais uma vez. Está na hora dos companheiros tomarem uma posição, a ACDA se pronunciar e o Sindicato dos Jornalistas e Radialistas também. Da minha parte eu exijo respeito ao senhor Lira, que ele prove que tenho algum comprometimento com João Feijó e Gustavo Feijó, que não seja profissional.

 

No Corinthians Alagoano fui Diretor de Marketing, porque sou formado no segmento, e na FAF sou vice-presidente, mas nenhuma das duas situações me impede que tenha as minhas posições e convicções.

 

Eles – João e Gustavo - e os demais dirigentes em Alagoas conhecem a minha maneira de agir e falar. Se cometerem erros, na minha ótica de analisar as coisas, não me furtarei de comentar ou criticar. Se eles vão gostar ou não, é problema deles.

 

TENDENCIOSO é você e respeite para ser respeitado.