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“A Comissão de Sindicância que teve como presidente [ACM Neto] um homem diretamente interessado em ceifar o meu mandato. Que isenção é essa? Que legitimidade possui esse indivíduo para averiguar qualquer ato contra minha pessoa?”, indagou.
| Agência Câmara |
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| Edmar Moreira apresenta sua Defesa no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados |
Edmar foi além e disse que seus “detratores foram colocados a mercê de seus pais, seus avós, e não podem competir comigo nem com a maioria dos senhores e da senhora, não têm esse mérito”. “Aqueles que me acusam fazem da vida como se fosse capitania hereditária”, disse o deputado numa referência à estrutura de poder familiar de ACM na Bahia.
Durante o depoimento Edmar ainda se emocionou ao falar que é filho de um carteiro e que, diferentemente de seus “detratores”, não “teve tudo de mão beijada” e batalhou como empresário para conseguir formar seu patrimônio.
Em relação ao castelo, avaliado em R$ 25 milhões, o parlamentar alegou que o imóvel teve sua construção encerrada antes de seu primeiro mandato e repassada para o nome de seus filhos em 1993. “Por isso ele não aprece no meu imposto de renda”.
Edmar ainda negou que a acusação de ter pago, por serviços não prestados, sua própria empresa de segurança, usando dinheiro público de sua verba indenizatória. Após uma breve defesa, o deputado passou a palavra para seu advogado, que lê, neste momento, o resto da peça de defesa.
