Depois da decisão da Câmara de Julgamento – acho que é esse mesmo o nome – do Tribunal de Justiça de Alagoas, com o resultado de
Como oportunistas de última hora, deputados, vereadores, jornalistas, radialistas, advogados, torcedores comuns e muito mais gente, com suas excessões, torcem por uma virada de mesa para manter todo mundo, especialmente, o CSA que foi incompetente com seus jogadores dentro de campo, com diretores não menos incompetentes, e que, agora, querem como prêmio, se manter no lugar que não lhe pertence mais.
Afirmar, agora, que o povo humilde vai sofrer sem o CSA jogando a primeira divisão. Dizer que o comércio informal – vendedor ambulante – vai ficar mais pobre, porque o clube “caiu”, nada disso é verdade. O próprio CSA já deu essa demonstração de força, quando jogou a segunda divisão em 2003 – se não me falha a memória – com sua torcida lotando os estádios, colocando mais gente dentro de campo, do que nos últimos anos na primeira divisão.
Ninguém deixou de vender seu “churrasquinho de gato” na porta dos estádios. Ninguém morreu ou passou mais ou menos fome porque o CSA estava na segunda divisão. O que muita gente quer, é se aproveitar de uma situação para tirar proveito dela. A verdade é que muita gente tem como preocupação, se o CSA vai mesmo conseguir voltar logo ao lugar de onde não deveria ter saído desde que tivesse feito jus em campo a permanecer na primeira divisão.
Acho,ho justo que as pessoas sejam enganadassa CSA estava na segunda divisdivis que sou um dos poucos a escrever ou falar contra a essa “virada” de mesa. Não posso compactuar com o que não estava escrito. O regulamento não fala em virada de mesa e diz que os dois últimos descem. Lamento que tenha sido o CSA, como lamentaria do mesmo jeito se fosse o CRB. Os dois representam as maiores torcidas do Estado, são os mais tradicionais clubes alagoanos, mas precisam responder por seus atos como os pequenos também.
Agora, querem mudar? Aprovem no regulamento da competição que CSA e CRB não podem “cair”, como acontece, hoje, na Bahia e no Rio de Janeiro e contarão com o meu apoio. Só resta saber se os outros clubes vão concordar e qual a recompensa que eles terão com esta aprovação, como aconteceu com baianos e cariocas.
Imoralidade, não!