O Ministério da Saúde confirmou, neste sábado, que duplicou, de ontem para hoje, o número de suspeitos de contaminação com o vírus H1N1, responsável pela gripe suína, passando de sete para 14 pessoas nessa condição. As autoridades sanitárias brasileiras informaram que mudaram os critérios de definição de uma pessoa suspeita e, a partir de agora, qualquer cidadão que vier de um país com pelo menos uma área afetada e apresentar qualquer sintoma da influenza passa a ser acompanhado pelo governo brasileiro na condição de suspeito.
De acordo com as informações repassadas neste sábado pelos Estados ao Ministério da Saúde, são 37 os casos de pessoas
É uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.
A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros.
Sobre o recente surto que teve origem no México, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus Influenza A.
Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses européias e asiáticas.