Com o slogan “Não dá pra vacilar. Tem que vacinar.”, a Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Programa Nacional de Imunização (PNI), realizou no sábado (20), na Unidade de Saúde João Paulo II, no Jacintinho, o Dia “D” de Vacinação Contra a Poliomielite.

A campanha teve início no dia 8 de junho. Estiveram presentes o secretário municipal de Saúde, Francisco Lins, a secretária adjunta, Rita Leone, o diretor de Vigilância em Saúde, Herbert Charles, moradores do local, entre outras autoridades.

Com a meta de atingir 95% da população infantil, a abertura oficial do Dia “D” de Vacinação contou com a benção do diácono José Maria Moura, da Igreja Sagrado Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas. Os trabalhos também foram iniciados com as apresentações do coco de roda Chameguinho, do bairro do Jacintinho, e da dança bambolê, do Colégio São Tiago (Village) Campestre. Um palhaço animou as crianças menores de cinco anos que compareceram à unidade.

O secretário municipal de Saúde, Francisco Lins, falou da importância da participação dos pais neste processo. “Nós, que fazemos a Saúde municipal, temos buscado o melhor para a população de Maceió. Mas é imprescindível a participação da população neste processo, como é o exemplo dos pais que levam seus filhos para serem vacinados. Cada pessoa oferece a sua contribuição e, no final, todos ganhamos”, explicou Lins.

Para o Dia “D”, 526 vacinadores estiveram trabalhando nos 134 postos espalhados por toda cidade, facilitando o acesso para toda população. Também foram disponibilizadas 87.700 doses da vacina. A segunda etapa da campanha será no dia 22 de agosto.

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) em Maceió, Juliana Cavalcante Barros, o sucesso da campanha é conseguido por meio dos esforços das equipes do município. “Os resultados positivos das campanhas são adquiridos por conta do trabalho que todos desempenham com intuito de superar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde”, explica Juliana.

O Brasil, assim como toda a América Latina, já recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de que não há circulação do vírus da poliomielite no território nacional. Essa vitória sobre o vírus ocorreu, sobretudo, pelas campanhas e dias de vacinação, realizados desde a década de 80.

A dona de casa Silvânia Oliveira (25), levou seus filhos Wesley Vitor (1) e Amanda Vitória (3), para serem vacinados no Dia “D”. “Fico tranqüila em saber que eles estão protegidos da doença”, diz Silvânia.

O pequeno Jonas Vitor da Silva (4 meses), também foi trazido por sua mãe, Rosilene Maria da Silva (22), para tomar a vacina contra a pólio. “É a primeira vez que meu filho é vacinado durante a campanha. Mas, além da vacina, sempre que preciso trago ele aqui na unidade de saúde para ser consultado. É um atendimento nota 10”, afirmou.