CM/Arquivo Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Ricardo Barbosa

O Conselho de Ética do PSOL – que esteve em Maceió para ouvir todos os envolvidos na crise que vivenciou recentemente o partido por conta de divergências internas – seguiu o rito que a direção do diretório municipal da agremiação esperava: pedir a expulsão de Ricardo Barbosa. Parece ser a única alternativa.

Porém, ainda há turbulências vindouras dentro do partido, como a discussão sobre o pedido (na Justiça) ou não do mandato, caso do diretório nacional acate a decisão do Conselho de Ético; o que deve ocorrer - conforme os dirigentes psolistas alagoanos – até o final de julho, início de agosto. Em todo caso, antes de setembro.

Justo que a decisão seja rápida, para propiciar a Ricardo Barbosa – caso se confirme o entendimento do Conselho de Ética - o direito de buscar novo partido para enfrentar o processo eleitoral de 2012. Há diálogos com o Partido dos Trabalhadores. Em recente entrevista a este blogueiro, o próprio Barbosa já revelou ter recebido vários convites.

Natural que os convites surjam, em função do discurso combativo adotado na Câmara Municipal de Maceió. O Conselho de Ética avaliou um processo que teve início em colocações do próprio Barbosa, quando questionou – em um documento, assinado por 100 filiados (que já deixaram o partido) – o comportamento do PSOL nas eleições passadas, com atos como a filiação do Padre Eraldo, setores que teriam recebido apoio do PMDB, além das concentrações em torno do nome de Heloísa Helena (PSOL).

Com o decorrer do processo, Barbosa passou a ser questionado por fazer uso das verbas indenizatórias da Câmara Municipal de Maceió, além do voto em Galba Novaes (PRB) para a presidência da Casa de Mário Guimarães.

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