O Grupo Bertin S/A afirmou, por meio de nota, que nunca recebeu proposta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para comprar os "bois piratas" em troca de suspensão de multa de R$ 3 milhões aplicada pelo instituto em julho de 2008.

No texto, o grupo informou que, agora que o auto de infração se tornou um processo, seu corpo jurídico está recorrendo administrativamente da multa, por considerá-la injusta:

"A empresa informa que já apresentou a defesa administrativa do caso e que espera que seja considerada procedente, já que não praticou nenhuma irregularidade." O frigorífico também nega que utilize madeira ilegal em suas atividades.