Os prefeitos das 102 cidades alagoanas andam atônitos com a queda do FPM tem a tolerância da Lei de Responsabilidade Fiscal. Caso o PIB cresçanegativamente (menos de 1%) ela prevê um prazo de até 1 ano e 4 meses para as despesas cortadas.

O prefeito de Marechal Deodoro, Cristhiano Matheus(PMDB) alerta que além da queda do FPM, os seus colegas da zona canavieira ainda vão encarrar o grave problema da entressafra que começa a partir de 1 de abril, quando as usinas e destilarias param a moagem e com isso existe um desemprego em massa do cortador de cana.

Matheus disse que são poucas usinas que ainda estão moendo. Ele disse que será um grande teste para a sua administração, já que a Usina Sumauma que fica em Marechal já parou a sua moagem.

Ele estará presente a reunião da AMA, hoje as 10 horas com a presença da bancada federal de Alagoas e a decisão para a paralisação de um dia de todas as prefeituras. Segundo o prefeito de Marechal Deodoro "sou favorável a parada e temos que pressionar, pois a crise pode afetar ainda mais a partir de maio, junho e julho quando a arrecadação cai."