Marcelo Bastos

FÉRIAS

  • 04/01/2021 16:27
  • Marcelo Bastos

Quatro Beltrões e apenas dois vitoriosos.

  • 14/12/2020 11:34
  • Marcelo Bastos

Finalizou o pleito das eleições municipais em Alagoas e, no Sul do Estado, se solidificam as novas lideranças de Marcelo Beltrão e do seu irmão Marcius, consagrados pelo voto popular.

Os novos Beltrões (Marcelo e Marcius) confirmaram o que diz o adágio popular: "fizeram barba, bigode e cabelo." Foram vitoriosos em Penedo com uma importante vitória de Ronaldo Lopes, o que reflete a competência da última administração de Marcius Beltrão. O sucesso dos irmãos foi verificado também em Jequiá da Praia, Feliz Diserto e em Piaçabuçu, em que se destacou a harmonia da família com a vitória de Djalma Beltrão.

Supreendentemente Marcelo Beltrão consagrou-se prefeito de Coruripe, enfrentando seu primo Maykon Beltrão, apoiado pelo governador Renan Filho, pelo prefeito Joaquim Beltrão, seu tio, além do apoio significativo do seu irmão deputado federal Marx Beltrão, ex-ministro do Turismo do Governo Temer.

Vale ressaltar o dinamismo do processo eleitoral em que grande parte do eleitorado só decide o voto na hora e no dia da eleição. E essa vitória de Marcelo Beltrão representa a mudança que a cidade de Coruripe precisava. E convém também destacar as palavras do próprio candidato: " o eleitor namorou comigo em silêncio..."

JHC realmente é bom de voto.

  • 07/12/2020 12:02
  • Marcelo Bastos

JHC foi o grande vencedor nesse pleito na capital e vale afirmar que ele é realmente bom de voto.

Ao fazer uma retrospectiva das três últimas eleições em Maceió, torna-se evidente sua excelente performance. Na eleição de 2014, foi o deputado federal mais votado com uma votação de 68.084 votos. Na eleição de 2016, com praticamente nenhuma estrutura, foi o terceiro colocado para prefeito, com 91.650 votos, não indo para o segundo turno, por uma diferença de apenas 2,95%. Na eleição de 2018, foi, mais uma vez, o deputado federal mais votado, com 89.376 votos e esse magnífico desempenho nas urnas o credenciou a ser um forte candidato a prefeito de Maceió, em 2020, o que foi confirmado agora no dia 29 de novembro, com uma consagradora vitória.

A diferença contra o seu adversário de 65.443 votos (17,28%), durante o segundo turno, quando sobretudo Alfredo Gaspar detinha o apoio, tanto do prefeito Rui Palmeira, quanto do governador Renan Filho demonstra a força política de JHC. Se ele realizar uma boa administração em Maceió, será um forte candidato ao Governo do Estado em 2022, o que permite um aviso enfático aos seus futuros adversários, que não adianta associar a imagem dele à figura do pai João Caldas, pois em todas as disputas anteriores, fizeram isso e não funcionou. Logo, senhores adversários, procurem, desde já, outras estratégias para desconstruir JHC.       

Os 10 pontos que contribuíram para a derrota do candidato Alfredo Gaspar:

  • 01/12/2020 12:16
  • Marcelo Bastos

1- Aliança realizada com o prefeito Rui Palmeira e o governador Renan Filho, nunca digerida pela maioria dos eleitores;

2- A filiação desinteligente ao MDB, para um homem que entegrou o Ministério Público;

3- A ausência do poder público municipal e estadual na busca pela saída para o grave problema dos bairros atingidos pela mineradora Braskem (derrota em todas as urnas daquela zona eleitoral o candidato Alfredo);

4- O aumento para 14% no desconto da previdência estadual para ativos e inativos, quando os aposentados tinha total isenção, foi um fator determinante para que a maioria dos servidores estaduais não votasse no candidato do governador;

5- A ausência de aumento real de salários dos servidores municipais;

6- O fechamento de muitas empresas e consequente aumento do desemprego, motivado pela pandemia, o que gerou decretos causadores de grande desgaste para os gestores apoiadores do candidato Gaspar;

7- Falta de empolgação do eleitor diante do programa do candidato, tanto no guia eleitoral, quanto nas redes sociais, inclusive com a substituição do marqueteiro na propaganda do primeiro turno;

8- Alta rejeição em todas as pesquisas de intenção de voto, motivada pelo apoio dos Renans e do Rui;

9- A escolha do vice-prefeito, nunca antes testado pelas urnas, e com grande rejeição do clã dos Calheiros;

10- O histórico de os Calheiros nunca terem vencido uma eleição para prefeito em Maceió, seja com candidatura própria ou apoiando candidatos de outros partidos.

Pesquisa IBOPE no segundo turno em todas as capitais

  • 25/11/2020 12:10
  • Marcelo Bastos
  1. NORDESTE
  • Fortaleza

Sarto (PDT): 53% 

Capitão Wagner (PROS): 35%

  • São Luiz

Eduardo Braide (PODEMOS): 49%

Duarte Junior (PEPUBLICANOS): 42%

  • Aracaju

Edvaldo (PDT): 55%

Delegada Danielle (CIDADANIA): 31%

  • Maceió

JHC (PSB): 42%

Alfredo Gaspar (MDB): 38%

  • Teresinha

Dr. Pessoa (MDB):55%

Kleber Monteluna (PSDB): 30%

  • Recife

Marília Arraes (PT): 41% 

João Campos (PSB): 34%

  • João Pessoa

Cícero Lucena (PP): 44%

Nilvan Ferreira (MDB): 36%

 

  1. SUL
  • Porto Alegre

Sebastião Melo (MDB): 49% 

Manuela D’ávila (PC do B): 42%

 

  1. SUDESTE
  • São Paulo

Bruno Covas (PSDB): 47%

Guilherme Boulos (PSOL): 35%

  • Rio de Janeiro

Eduardo Paes (DEM): 53%

Crivela (REPUBLICANOS):23%

  • Vitória

Delegado Pazolini (REPUBLICANOS): 48% 

João Coser (PT): 43%

 

  1. CENTRO-OESTE
  • Goiânia

Maquito Vilela (MDB): 54%

Vanderlan Cardoso (PSD): 31%

  • Cuiabá

Abílio Júnior (PODEMOS): 48%

Emanuel Pinheiro (MDB): 40%

 

  1. NORTE
  • Manaus

David Almeida (AVANTE): 47% 

Amazonino Mendes (PODEMOS): 32%

  • Belém

Edmilson Rodrigues (PSOL): 45%

Delegado Federal Eguchi (PATRIOTA): 43%

  • Rio Branco

Tião Bocalom (PP): 65% 

Socorro Neri (PSB): 28%

  • Porto Velho

Hildon chaves (PSDB): 49%

Cristiane Lopes (PP): 33%

  • Boa Vista

Arthur Henrique (MDB): 67% 

Ottaci (SOLIDARIEDADE): 19%

Veja a votação dos partidos e o voto de legenda na eleição de Maceió de 2020

  • 19/11/2020 11:42
  • Marcelo Bastos

PARTIDOS QUE ELEGERAM REPRESENTANTES PARA CÂMARA:

MDB  - Votação do partido + voto de legenda

  • 59.918 + 5.319 = 65.237 votos. Elegeu 5 direto. 

Eleitos: Luciano Marinho, Chico Filho, Fernando Holanda, Galba Novaes e Olívia Tenório.

PSB - Votação do partido + voto de legenda

  • 35.882 + 3.551 = 39.433 votos. Elegeu 3 direto.

Eleitos: Delegado Fábio Costa, Francisco Sales e Siderlane Mendonça.

PSC - Votação do partido + voto de legenda

  • 37.596 + 404 = 38.000 votos. Elegeu 3 direto.

Eleitos: Marcelo Palmeira, Brivaldo Marques e Cal Moreira.

PSD -  Votação do partido + voto de legenda

  • 34.737 + 391 = 35.128 votos. Elegeu 3 direto.

Eleitos: Zé Márcio Filho, Leonardo Dias e João  Catunda

PODEMOS -  Votação do partido + voto de legenda

  • 32.397 + 459 = 32.856 votos. Elegeu 3 direto.

Eleitos: Kelmann Vieira, Eduardo Canuto e Joãozinho.

PP - Votação do partido + voto de legenda

  • 26.139 + 5.381 = 31.520 votos. Elegeu 2 direto. 

Eleitos: Davi Davino e Aldo Loureiro.

PRTB - Votação do partido + voto de legenda

  • 19.746 + 242 = 19.982 votos. Elegeu 1 direto

Eleita: Silvânia Barbosa.

DEM - Votação do partido + voto de legenda

  • 18.398 + 311 = 18.709 votos. Elegeu 1 direto.

Eleita: Gaby Ronalssa.

PTC -  Votação do partido + voto de legenda

  • 15.332 + 180 = 15.512 votos. Elegeu 1 com sobra de vagas.

Eleito: Samyr Malta.

REPUBLICANOS - Votação do partido + voto de legenda

  • 13.552 + 285 = 13.837 votos. Elegeu 1 com sobra de vagas.

Eleito: Oliveira Lima.

PT - Votação do partido + voto de legenda

  • 11.361 + 1.062 = 12.423 votos. Elegeu 1 com sobra de vagas.

Eleito: Dr. Valmir.

PSDB -  Votação do partido + voto de legenda

  • 11.156 + 299 = 11.455 votos. Elegeu 1 com sobra de vagas.

Eleita: Teca Nelma.

 

PARTIDOS QUE NÃO ELEGERAM REPRESENTANTES PARA CÂMARA:

PC do B -  Votação do partido + voto de legenda

  • 8.854 + 164 = 9.018 votos

PDT - Votação do partido + voto de legenda

  • 8.319 + 609 = 8.928 votos

PROS - Votação do partido + voto de legenda

  • 8.655 + 118 = 8.773 votos

PSL - Votação do partido + voto de legenda

  • 7.399 + 233 = 7.632 votos

REDE -  Votação do partido + voto de legenda

  • 6.538 + 103 = 6.641 votos

PSOL -  Votação do partido + voto de legenda

  • 5.927 + 485 = 6.412 votos

PTB  -  Votação do partido + voto de legenda

  • 2.577 + 197 = 2.774 votos

PATRIOTA -  Votação do partido + voto de legenda

  • 2.067 + 687 = 2.754 votos

PV -  Votação do partido + voto de legenda

  • 1.545 + 51 = 1.596 votos

PMN -  Votação do partido + voto de legenda

  • 1.065 + 160 = 1.225 votos

CIDADANIA -  Votação do partido + voto de legenda

  • 1.062 + 158 = 1.220 votos

DC -  Votação do partido + voto de legenda

  • 397 + 742 = 1.139 votos

UP -  Votação do partido + voto de legenda

  • 918 + 133 = 1.051 votos

PCB - Votação do partido + voto de legenda

  • 253 + 109 = 362 votos

AVANTE -  Votação do partido + voto de legenda 

  • 132 + 59 = 191 votos

PSTU - Votação do partido + voto de legenda

  • 62 + 95 = 158 votos

QUOCIENTE ELEITORAL DESSA ELEIÇÃO: 15.758 votos

VEREADORES ELEITOS EM MACEIÓ E SEUS RESPECTIVOS SUPLENTES.

  • 17/11/2020 13:17
  • Marcelo Bastos

DEM – Gaby Ronalsa – 7.549 votos

  • Primeira suplente – Simone Andrade – 3.776 votos
  • Segundo suplente – Silas Santos – 1.781 votos

PP – Davi Davino – 6.300 votos

     –  Aldo Loureiro - 5.741 votos

  • Primeira suplente –Fátima Santiago – 5.690 votos
  • Segunda suplente – Aparecida do Luiz Pedro – 5.386 votos

REPUBLICANOS – Oliveira Lima – 5.152 votos

  • Primeiro suplente – Juliano Oliveira – 2.183 votos
  • Segundo suplente – Jordan Amorim – 1.476 votos

PTC  - Samyr Malta – 3.005 votos

  • Primeiro suplente – Raimundo Medeiros – 1.295 votos
  • Segundo suplente – Zerisson – 1.141 votos

PRTB – Silvânia Barbosa – 4.541 votos

  • Primeiro suplente – Pastor João Luiz – 4.065 votos
  • Segundo suplente – David Empregos AL – 3.879 votos

PSB – Delegado Fábio Costa – 12.038 votos

        – Francisco Sales – 6.482 votos

        – Siderlane Mendonça – 4.809

  • Primeiro suplente – Dr. Cleber Costa – 2.999 votos
  • Segundo suplente – Rodolfo Barros – 1.944 votos

PODEMOS – Kelmann Vieira – 8.522 votos

                    – Eduardo Canuto – 4.687 votos

                    – Joãozinho – 3.642 votos

  • Primeiro suplente – Alan Balbino – 2.784 votos
  • Segundo suplente – Alex Anselmo – 1.663 votos

PSD – Zé Marcio Filho – 5.073 votos

       – Leonardo Dias – 3.777 votos

       – João Catunda – 3.768 votos

  • Primeiro suplente – Rey Costa – 3.663 votos
  • Segundo suplente – Mauro Guedes – 3.439 votos

PSC – Marcelo Palmeira – 5.184 votos

        – Brivaldo Marques – 4.890 votos

        – Cal Moreira – 4.111 votos

  • Primeiro suplente – Théo Fortes – 3.189 votos
  • Segundo suplente – Allan Pierre – 2.985 votos

MDB – Luciano Marinho – 8.712 votos

          – Chico Filho – 7.606 votos

          – Fernando Hollanda – 6.343 votos

          – Galba Novaes – 6.111 votos

          – Olívia Tenório – 4.562 votos

  • Primeira suplente – Petrucia Camelo – 4.150 votos
  • Segundo suplente – IB Breda – 3.833 votos

PT – Dr. Valmir – 1.691 votos

  • Primeiro suplente – Zé Roberto – 1.385 votos
  • Segunda suplente – Ana Maria Pereira – 888 votos

PSDB – Teca Nelma – 4.578 votos

  • Primeira suplente – Maria Tavares – 1.977 votos
  • Segundo suplente – Lopes Júnior – 713 votos
  1. VOTOS VÁLIDOS – 393.972 votos – 88,72%
  2. ABSTENÇÃO - 148.318 votos – 25,04%
  3. BRANCOS – 20.121 votos – 4,5%
  4. NULOS – 29.977 – 6,75%
  5. QUOCIENTE ELEITORAL – 15.758 votos

Nossas projeções para os prováveis eleitos para a Câmara de Maceió.

  • 12/11/2020 16:34
  • Marcelo Bastos

Desde o pleito de 2012, realizo as projeções dos prováveis eleitos para a disputa das eleições proporcionais de Maceió. Este ano há um contexto peculiar, com o final das coligações e do aumento do número de vagas para 25 cadeiras na casa de Mario Guimarães.

A expectativa é de um quociente eleitoral na casa de 17 mil votos por vaga.

Realizamos nossas projeções com base em pesquisas de consumo interno, desempenho de campanhas passadas dos candidatos, tamanho dos partidos e nas campanhas de rua e das redes sociais. 

 

VEJAMOS AS PROJEÇÕES:

DEM: faz um. Nomes que brigam pela vaga: Simone Andrade e Gaby Ronalsa.

PP: faz dois e poderá brigar por uma terceira vaga. Nomes mais cotados: Davi Davino, Fátima Santiago, Aparecida do Cabo Luiz Pedro e Aldo Loureiro.

REPUBLICANOS: briga por uma vaga. Nome mais cotado: pastor Oliveira Lima. 

PDT: briga por uma vaga. Nome mais cotado: Judson Cabral.

PTC: faz um. Nome mais cotado: Samir Malta.

PRTB: faz um. Nome mais cotado: Silvânia Barbosa.

PT: briga por uma vaga. Nome mais cotado: Todos mandato coletivo (Zé Roberto).

PROS: briga por uma vaga. Nome mais cotado: Eduardo Rossister.

PSB: faz três e poderá brigar por uma quarta vaga. Nomes mais cotados: Francisco Sales, Siderlane, Dr. Cleber Costa e delegado Fabio Costa.

PSL: briga por uma vaga. Nome mais cotado: Flávio Moreno.

PSDB: briga por uma vaga. Nome mais cotado: Teca Nelma.

PODEMOS: faz dois e poderá brigar por uma terceira vaga. Nomes mais cotados: Kelmann, Eduardo Canuto, Joãozinho, Alan Balbino e Beto da Farmácia.

MDB: faz seis e poderá brigar por uma sétima vaga. Nomes mais cotados: Chico Filho, Galba Novais, Luciano Marinho, IB Breda, Lobão, Dr. Ronaldo Luz, Ana Hora, Fernando Holanda, Olívia Tenório, Petrucia Camelo, Carimbão e Neri Almeida.

PSD: faz três e poderá brigar pela quarta vaga. Nomes mais cotados: Zé Marcio Filho, João Catunda, Alay Paranhos, Mauro Guedes, Rey Costa e Edlucio.

PSC: faz dois e poderá brigar por uma terceira vaga. Nomes mais cotados: Marcelo Palmeira, Brivaldo, Cal Moreira, Alan Pierre, Theo Fortes e Israel Lessa.

PC do B: briga por uma vaga.  Nomes mais cotados: Joyce Elizabeth, Junior Só Reparos e Claudia Petuba.

OBSERVAÇÃO: os demais partidos em disputa pelo pleito não tem possibilidade de conquistar uma vaga por não atingirem o quociente eleitoral. Há no entanto a possibilidade de lutarem pela sobra das vagas.

Alfredo, Davi e JHC estão tecnicamente empatados. Quem estará fora do páreo no segundo turno?

  • Marcelo de Melo Bastos
  • 06/11/2020 12:17
  • Marcelo Bastos

            De acordo com a nova pesquisa de intenções de voto do Instituto IBRAPE, Alfredo aparece com 26%, Davi com 24% e JHC com 23%, ou seja, estão tecnicamente empatados. 

            O candidato Davi Filho, da penúltima até a presente pesquisa realizada pelo Instituto IBRAPE, cresceu 19% nas intenções de votos, um crescimento expressivo, o que caracteriza a cristalização do seu nome para o segundo turno, enquanto Alfredo e JHC já atingiram o seu teto e não conseguem mais crescer.

            Em relação à rejeição, o candidato Alfredo aparece com 15%, JHC com 10% e Davi com 6%. Vale ressaltar que a rejeição é um fator que pesa muito em uma disputa política e nesse quesito o candidato Davi apresenta grande vantagem, o que lhe favorece grandemente na possibilidade da sua ida para o segundo turno, enquanto o candidato Alfredo é seriamente desfavorecido. 

            Faltando praticamente uma semana para a eleição e ainda havendo 15% de indecisos, segundo a pesquisa, a situação exige que os candidatos Alfredo e JHC encontrem estratégias para conquistar esses votos dos indecisos, pois no ritmo em que Davi evolui, é muito provável que ele esteja no segundo turno. Quanto ao seu adversário no segundo turno, torna-se necessário que aguardemos novas pesquisas de véspera ou o próprio dia da eleição.

            

JHC e Alfredo Gaspar, o Davi chegou. E agora?

  • 26/10/2020 11:30
  • Marcelo Bastos

Na última pesquisa eleitoral do Ibope, do dia 23 de outubro, os candidatos a prefeito de Maceió JHC e Alfredo Gaspar, diminuíram os seus percentuais de intenção de voto, enquanto o candidato Davi Filho evoluiu de 5% para 15%, tendo um crescimento em progressão geométrica, o que deixou os seus principais concorrentes, JHC e Alfredo, com sinal de alerta ligado.

Os programas do guia eleitoral de JHC e de Alfredo Gaspar são mornos e sem consistência de conteúdo. O marqueteiro   de Alfredo foi afastado, na tentativa de trazer um novo profissional que recuperasse o terreno perdido, e que pode vir a dar um novo rumo à campanha. Enquanto isso, o programa do Davi Filho, além de muito bem feito, faz críticas pontuais aos seus dois principais adversários.

JHC e Alfredo Gaspar precisam compreender que o jogo não é amistoso e que qualquer erro de percurso na campanha eleitoral pode ser fatal. Davi Filho já entendeu muito bem e se aproxima a passos largos dos seus adversários. 

JHC e Alfredo precisam reestruturar inteligentemente as suas campanhas e atentar a máxima de que" quem sempre faz as mesmas coisas, obterá sempre os mesmos resultados."

De modo que aguardemos os novos fatos e as novas pesquisas para que saibamos como vai culminar essa peleja.

Em Maceió a eleição está polarizada.

  • 13/10/2020 14:08
  • Marcelo Bastos

As duas pesquisas de intenções de votos para prefeito de Maceió, divulgadas recentemente, apontam JHC e Alfredo Gaspar empatados tecnicamente e com uma distância muito grande em relação aos demais candidatos, ou seja, se as eleições fossem hoje, os dois estariam no segundo turno.

Na pesquisa do Ibope divulgada na sexta-feira passada, Alfredo Gaspar aparece na pesquisa estimulada com 26% e JHC com 25% e a que foi divulgada nesta terça-feira pelo Paraná Pesquisa aponta JHC com 26,9% e Alfredo Gaspar com 25,9%. Esses números, em ambas as pesquisas, estão cristalizando o segundo turno entre ambos, pois a distância entre eles e os demais candidatos é bastante significativamente, ou seja, se não houver um fato relevante durante o processo eleitoral, podemos afirmar tranquilamente que no dia 29 de novembro teremos um grande confronto no segundo turno entre os candidatos JHC e Alfredo Gaspar.

Esse pleito será um dos mais acirrados da história das eleições em Maceió, lembrando o pleito de 1996, quando Kátia Born ganhou no segundo turno de Heloísa Helena por apenas 1,98%.

Aguardemos as próximas pesquisas e os próximos capítulos deste pleito.

Quem perde e quem ganha com candidatura de Cícero Almeida?

  • 05/10/2020 12:08
  • Marcelo Bastos

No último dia 14/9/2020 o Instituto Data Sensus publicou uma pesquisa de intenções de votos dos candidatos a prefeito de Maceió e na pesquisa estimulada os principais nomes foram: JHC 23%, Alfredo Gaspar 20%, Cícero Almeida 15% e Davi Filho 10%. Quando não inclui o nome do Cícero Almeida na estimulada, os resultados mudam de uma forma significante, JHC passa para 33%, Alfredo Gaspar 23% e Davi Filho 18%.

Quando o nome do Cícero Almeida é colocado na estimulada, a diferença entre JHC e Alfredo Gaspar é de apenas 3%, caracterizando um empate técnico entre ambos e o candidato Davi Filho não consegue ultrapassar os 10% de intenções de votos.

Quando o nome do Cícero Almeida é retirado na estimulada, a diferença entre JHC e Alfredo Gaspar aumenta para 10%, um aumento substancial e Davi Filho aumenta de 10% para 18%, quase dobrando as suas intenções de votos.

Resumo da ópera: a permanência da candidatura de Cícero Almeida é favorável ao candidato Alfredo, pois ele nessa situação mantém um empate técnico com o candidato JHC e abre uma diferença de 10% para o candidato Davi Filho. Se a candidatura de Cícero Almeida é retirada da disputa, os dois grandes beneficiados são JHC e Davi Filho, pois JHC amplia a diferença de 10% em cima do candidato Alfredo e Davi Filho além de quase dobrar as intenções de votos, passa para um empate técnico com o candidato Alfredo.

Como na linguagem futebolística, JHC e Davi Filho vão ficar na arquibancada torcendo pela saída de Cícero Almeida do pleito, enquanto Alfredo Gaspar pela sua permanência.

Cleto Marques Luz - uma luz que brilhou na política alagoana.

  • 21/09/2020 11:53
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Cleto Marques Luz iniciou-se em 1950, quando foi eleito vereador por Maceió. Nessa legislatura foi o vice-presidente da câmara municipal.

Nas eleições de 1954, Cleto Marques foi reeleito vereador por Maceió. Naquela legislatura foi eleito presidente da câmara, e em virtude disso, assumiu interinamente o cargo de prefeito de Maceió no período de 30 de março até 23 de novembro de 1955.

Cleto Marques, na eleição de 1958 foi eleito pelo PSP deputado estadual com 1.956 votos, ficando em 7° lugar dentre as trinta e cinco vagas em disputa.

Nas eleições de 1962, Cleto Marques foi eleito mais uma vez pelo PSP para deputado estadual com 1.523 votos, ficando em 25° lugar dentre as trinta e cinco vagas em disputa. Durante aquela legislatura foi o líder da bancada do PSP na assembleia legislativa.

Cleto Marques, nas eleições de 1965 foi candidato pelo PSP a vice-governador na chapa de Muniz Falcão. A chapa Muniz/Cleto foi vitoriosa naquele pleito com uma votação de 59.338 votos (43,90%), porém a vitória da chapa foi esbarrada na emenda constitucional n° 13, promulgada em 8 de abril de 1965, que exigia a maioria absoluta de votos para a homologação do resultado e caberia à assembleia legislativa resolver o impasse; contudo, por vinte votos contrários à chapa Muniz/Cleto foi derrotada. A partir de então, o Estado de Alagoas passou a ser governado por um interventor federal, general João Tubino até o momento em que os deputados estaduais escolhessem o novo governador, conforme previa o artigo n° 3 que legitimou a eleição indireta de Lamenha Filho para governar o Estado de Alagoas e cuja posse aconteceu em 15 de agosto de 1966.

Nas eleições de 1966, Cleto Marques foi eleito pelo MDB deputado federal com 8.854 votos, ficando em 6° lugar dentre as noves vagas em disputa. Após o término do seu mandato de deputado federal, Cleto não disputou mais nenhum cargo eletivo. 

Cleto Marques, ainda foi secretário do Trabalho nos governos de Divaldo Suruagy (1975/1978) e Geraldo Melo(1978/1979). Ao longo de sua trajetória política foi ainda secretário da Agricultura, Indústria e Comércio de Alagoas no Governo de Muniz Falcão.

Faleceu em Maceió no dia 7 de fevereiro de 1979.

Dez candidatos vão disputar a prefeitura de Maceió.

  • 15/09/2020 13:06
  • Marcelo Bastos

As convenções serão encerradas dia 16 de setembro e praticamente os partidos já definiram seus candidatos a prefeito e a vice.

JHC será o candidato a prefeito pelo PSB e Ronaldo Lessa do PDT seu vice.

 Alfredo Gaspar será oficializado como candidato a prefeito do MDB, no dia 15 de setembro, e Tácio Melo do Podemos, como vice.

No sábado passado, Davi Filho foi escolhido, em convenção pelo o PP, como candidato a prefeito do partido, e o médico Emmanoel Fortes do PSL como vice.

Cícero Almeida, que definiu sua candidatura a prefeito pelo DC, ainda contará com o apoio do PTB, em que o presidente regional é o deputado estadual Antônio Albuquerque, que poderá ter também o apoio do PROS do senador Fernando Collor.

O PC do B, em convenção na semana passada, escolheu Cícero Filho como seu candidato a prefeito e Marivone como vice.

O PT, no dia 13 de setembro, em sua convenção, homologou o nome de Ricardo Barbosa para prefeito e a jornalista Élida Miranda como vice.

O PSOL e a UP escolheram para suas candidatas a prefeita, a ex-reitora da UFAL, Valéria Correia, e a jornalista Lenilda Luna respectivamente.

Josan Leite, que na eleição 2018 foi o segundo colocado para o Governo do Estado pelo PSL, foi escolhido em convenção pelo Patriota como candidato a prefeito.

Corintho Campelo, ex-prefeito de Maceió, em convenção nesse último final de semana, foi escolhido como candidato a prefeito pelo PMN, que tem o deputado Francisco Tenório como presidente regional do partido.

Agora é só aguardar as pesquisas para que se verifique como se comportará o eleitor diante do cenário que estamos vivendo.

Marcos Barbosa e Silvânia Barbosa - um casal de dez mandatos.

  • 08/09/2020 12:04
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Marcos Antônio de Oliveira Barbosa iniciou-se em 1992, quando foi eleito pelo PSD vereador por Maceió com 1.532 votos, ficando em 16° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa. Naquela legislatura foi o segundo secretário da mesa diretora.

Marcos Barbosa, nas eleições de 1996 foi candidato a reeleição para vereador pelo PSD, obtendo 1.697 votos, não logrando êxito. Ficou como terceiro suplente de sua coligação.

Nas eleições de 2000, Marcos Barbosa foi candidato pela terceira vez a vereador pelo PSL com 4.717 votos, ficando em 12° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa.

Marcos Barbosa, nas eleições de 2002, alçoou voos mais altos e foi eleito deputado estadual pelo PT do B com 17.971 votos, ficando em 23° lugar dentre as vinte e sete vagas em disputa.

Marcos Barbosa ainda foi eleito por mais quatro vezes para deputado estadual e todas pelo PPS. Na eleição de 2006 com 25.805 votos, ficando em 21° lugar dentre as vinte e sete vagas em disputa. Na eleição de 2010 com 24.915 votos, ficando em 21° lugar. Na eleição de 2014 com 27.892 votos, ficando em 16° lugar. Na eleição de 2018 com 29.079 votos, ficando mais uma vez em 16° lugar. Em todas as quatro legislaturas ele foi o terceiro secretário da mesa diretora.

A trajetória política de Silvânia Batinga de Oliveira Barbosa iniciou-se em 2008, quando foi eleita pelo PT do B vereadora por Maceió com 6.648 votos, ficando em 11° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa. Naquela legislatura foi a primeira secretária da mesa diretora.

Silvânia Barbosa, ainda foi eleita por mais duas vezes vereadora. Na eleição de 2012 pelo PPS com 4.631 votos, ficando em 17° lugar. Na eleição de 2016 pelo PRB com 6.870 votos, ficando em 15° lugar.

Nas eleições de 2018, Silvânia Barbosa foi eleita na chapa de Renan Calheiros como segunda suplente para o Senado da República.

 

E QUEM VAI SER O VICE- PREFEITO NESTA ELEIÇÃO ATÍPICA EM MACEIÓ?

  • 04/09/2020 12:17
  • Marcelo Bastos

As convenções para o pleito de 2020, tiveram início no dia 31 de agosto e irão até 16 de setembro.

A grande dificuldade que os partidos estão tendo é pela definição do vice-prefeito na composição da chapa.

O MDB, que terá Alfredo Gaspar como candidato a prefeito, foi o primeiro a definir seu vice, que será Tácio Melo, presidente regional do Podemos e com o aval do prefeito Rui Palmeira, porém a bancada dos vereadores do MDB na Casa de Mário Guimarães, não está aceitando essa indicação do vice e já escolheu a vereadora Ana Hora para compor a chapa de Alfredo. Se isso vier a acontecer, que eu não acredito, como ficará a aliança do prefeito Rui Palmeira com o governador Renan Filho?

JHC, candidato a prefeito do PSB, é aliado desde a eleição de 2018, do senador Rodrigo Cunha, ainda não definiu o seu vice, que provavelmente sairá da cota do PSDB. Por falar no PSDB, convém lembrar que a presidente municipal do partido, a deputada federal Tereza Nelma, foi destituída pelo presidente regional do partido, Rodrigo Cunha, de quem já vinha em colisão há algum tempo.

Com a saída de Tereza Nelma da presidência municipal do PSDB, é muito provável que ela deixe o partido e que sua filha, Teca Nelma, não venha a ser mais candidata a vereadora diante da situação ocorrida, o que compromete a sigla a  atingir o quociente eleitoral, ou seja, a chapa do PSDB para vereador, poderá implodir até a convenção. Diante desses fatos, JHC e Rodrigo Cunha, terão muito trabalho na escolha do vice ideal.

Já o candidato do PDT, Ronaldo Lessa, além da dificuldade em atrair outros partidos para ampliar sua base de apoio para o pleito, ainda está muito distante da definição de quem será seu vice. Num passado distante, se cogitou-se repetir a dobradinha com Heloísa Helena, o que não vingou, depois surgiu a possibilidade de uma chapa puro sangue com a ex-prefeita Kátia Born. Na semana passada, ocorreu uma possibilidade de uma aliança com o PROS do senador Fernando Collor, em que ele indicaria GG Sampaio de vice, e por último, uma aliança com o PSOL, em que a ex-reitora da UFAL, Valéria Correia seria a vice. Essas duas últimas situações ainda são possibilidades. Enfim, diante de toda essa conversa de bastidores, não ocorreu qualquer definição efetiva. 

O candidato Davi Davino, que tem na sua base de apoio os partidos: PP, Solidariedade, Republicanos, PSL e com a possibilidade de atrair o DEM do secretário municipal de Saúde Thomaz Nonô, está com as mesmas dificuldades dos demais candidatos. Nesses últimos dias, o grupo de Davi Davino especulou a possibilidade de ter o médico Emmanoel Fortes do PSL para vice, porém continua tudo no campo da especulação. 

Se os quatro principais candidatos em intenções de votos, não conseguem definir o melhor nome para vice, imagine os outros nove candidatos!

Família Camelo: de pai para filho.

  • 26/08/2020 14:35
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Antonio Arnaldo Camelo iniciou-se em 1976, quando foi candidato pela ARENA a vereador por Maceió, obtendo uma votação de 1.564 votos, ficando como terceiro suplente naquele pleito.

Nas eleições de 1982, Arnaldo Camelo foi eleito pela primeira pelo PDS a vereador de Maceió, com 1.695 votos, ficando em 18° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa. 

Arnaldo Camelo ainda foi eleito por mais três vezes para vereador de Maceió. Na eleição de 1988 foi eleito pelo PSC, com 1.647 votos, ficando em 10° lugar. Na eleição de 1992 foi eleito pelo PSC, com 2.013 votos, ficando em 7° lugar. Na eleição de 1996 foi eleito pelo PFL, com 3.724 votos, ficando em 4° lugar.

Nas eleições de 2000, Arnaldo Camelo foi candidato a vereador pela sexta vez pelo PFL, obtendo 3.568 votos, ficando como primeiro suplente da sua coligação. Na segunda gestão da prefeita Kátia Born (2001 a 2004), Arnaldo Camelo foi secretário de Governo e presidente da Fundação Cultural de Maceió.

Arnaldo Camelo, nas eleições de 2004 foi candidato a vereador pela sétima vez pelo PSDB, obtendo 5.184 votos, ficando como primeiro suplente da sua coligação.

Após as eleições de 2004, Arnaldo Camelo não voltou a   concorrer a cargos eletivos, o que significou a sua aposentadoria da vida pública. Silvio Camelo, seu filho, passou a ser seu herdeiro político. 

A trajetória política de Silvio Rogério Dias Camelo iniciou-se em 2008, quando foi candidato pelo PV a vereador por Maceió, obtendo uma votação de 5.043 votos, ficando em 16° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa.

Silvio Camelo ainda foi eleito mais duas vezes para vereador de Maceió e sempre pelo PV. Na eleição de 2012 foi eleito com 6.265 votos, ficando em 12° lugar. Na eleição de 2016 foi eleito com 6.951 votos, ficando em 14°lugar.

Silvio Camelo, nas eleições de 2018 alçoou voos mais altos e foi eleito pela primeira vez para deputado estadual pelo PV, com 15.594 votos, ficando em 27° lugar dentre as vinte e sete vagas em disputa. Atualmente é líder do Governo Renan Filho na Casa de Tavares Bastos.

 

 

 

 

Eduardo Magalhães - meu guru.

  • 17/08/2020 12:01
  • Marcelo Bastos

O professor Eduardo Magalhães, o maior cientista político de Alagoas, sempre foi a minha grande referência e minha inspiração. 

Ainda jovem escutava ele fazendo as suas análises sobre a política no programa do nosso inesquecível Edécio Lopes.

E foi a partir daí que adquiri uma grande admiração pelo professor Eduardo Magalhães, que sempre terei como o grande cientista político da minha Alagoas.

O professor Eduardo Magalhães, passou ser um grande amigo e admirador do meu trabalho e o meu sucesso hoje como analista político, com certeza a sua influência foi imprescindível.

Obrigado meu guru e eterno amigo Eduardo Magalhães.

Alcides Falcão - um homem íntegro.

  • 12/08/2020 11:59
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Alcides Muniz Falcão iniciou-se em 1958, quando foi eleito pelo PSP vereador por Maceió com 773 votos. Seu irmão Sebastião Marinho Muniz Falcão foi governador de Alagoas no período de 1956 a 1961 e marcou seu Go

verno a favor dos mais necessitados.

Nas eleições de 1962, Alcides Falcão foi reeleito mais uma vez pelo PSP vereador por Maceió com 630 votos.

Após o Golpe Militar de 31 de março de 1964, com a extinção dos partidos políticos pelo ato institucional n° 2 (27/10/1965) e a consequente implantação do bipartidarismo, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao Regime Militar.

Alcides Falcão, nas eleições de 1966 alçoou voos mais altos e foi eleito pela primeira vez deputado estadual pelo MDB, com 2.613 votos, ficando em 14° lugar dentre as trinta e cinco vagas em disputa.

Alcides Falcão ainda foi eleito por mais três vezes para deputado estadual e todas elas pelo MDB. Na eleição de 1970 com 6.033 votos, ficando em 4° lugar dentre as quinze vagas em disputa. Na eleição de 1974 com 7.922 votos, ficando em 7° lugar dentre as dezoito vagas em disputa. Na eleição de 1978 com 11.834 votos, ficando em 8° lugar dentre as vinte e uma vagas em disputa.

Nas eleições de 1982, Alcides Falcão foi candidato pela quinta vez para deputado estadual pelo PMDB, obtendo 10.283 votos, não logrando êxito, ficando como primeiro suplente da sua coligação. Durante aquela legislatura, ele se manteve deputado em virtude de ter substituído outros deputados, que tiveram de se afastar do mandato por motivos diversos.

Alcides Falcão, nas eleições de 1986 foi candidato pela sexta vez para deputado estadual pelo PMDB, obtendo 6.176 votos, não logrando êxito mais uma vez, ficando como segundo suplente na sua coligação. Durante aquela legislatura, ele se manteve deputado em virtude do afastamento do deputado Zeca Torres para assumir a pasta da Secretaria de Segurança Pública e do deputado Afrânio Vergetti para assumir a pasta da Secretaria de Agricultura.

Nas eleições de 1990 foi candidato a suplente de senador na chapa encabeçada por Guilherme Palmeira, assumindo o mandato de senador temporariamente de junho a outubro de 1998.

Após as eleições de 1990, Alcides Falcão não voltou a concorrer a cargos eletivos, o que significou a sua aposentadoria da vida pública.

Em Maceió, o poder eleitoral de Bolsonaro poderá influenciar o pleito de 2020?

  • 05/08/2020 12:30
  • Marcelo Bastos

Nas eleições de 2018 o presidente Jair Bolsonaro foi derrotado em todos os nove Estados do Nordeste para presidente da República. Agora apoiado na popularidade do auxílio emergencial, Bolsonaro hoje tem 61% de aprovação dos maceioenses e esse percentual favorável do presidente poderá contribuir com um dos pré-candidatos a prefeito. 

Dos quatros principais pré-candidatos a prefeito de Maceió, um deles poderá ter o presidente como padrinho político.

JHC é filiado ao PSB que mantém no Congresso Nacional uma oposição ao Governo Federal e consequentemente ele deve seguir a orientação do diretório nacional do partido, ou seja, não terá o apoio do presidente. 

Alfredo Gaspar que no passado teve uma aproximação com o PSL antigo partido do presidente e que tem como principal bandeira a questão da segurança pública, com certeza não estará com o presidente, pois sendo candidato do MDB, certamente não terá esse apoio.

Ronaldo Lessa que representa uma ala da esquerda e que faz oposição sistemática a Bolsonaro não estará no mesmo barco dele.

Davi Davino que representa o PP de Arthur Lira um dos líderes do Centrão e que virou o líder informal do Governo no Congresso, quem sabe não seja ele, o afilhado do presidente.

Antônio Moreira, um usineiro de esquerda.

  • 27/07/2020 12:05
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Antônio Moreira iniciou-se em 1954, quando foi eleito deputado estadual pelo PSD com 1.138 votos, ficando em 30° lugar das trinta e cinco vagas em disputa. 

Antônio Moreira era filho do industrial José Otávio Moreira, proprietário da Usina de Açúcar João de Deus, instalada no município de Capela/Alagoas. Manteve desde a juventude uma relação muito próxima com o Partido Comunista Brasileiro (PCB), inclusive era um dos contribuintes financeiros do partido.

Durante o mandato de deputado estadual, Antônio Moreira foi líder do Governo Muniz Falcão na Casa de Tavares Bastos, com apenas 22 anos de idade.

Nas eleições de 1972, Antônio Moreira foi eleito pelo MDB prefeito de Capela, sua terra natal. Exerceu o mandato entre 1973 e 1977.

Depois das eleições de 1972, Antônio Moreira não voltou a concorrer a cargos eletivos, porém continuou sua militância política, sempre aliado aos partidos de esquerda em Alagoas.

Antônio Moreira faleceu em Maceió no dia 1 de junho de 2007.

A trajetória política do Penedense Freitas Cavalcanti.

  • Redação
  • 17/07/2020 12:03
  • Marcelo Bastos

A trajetória política de Antonio de Freitas Cavalcanti iniciou-se em 1945, quando foi eleito pela UDN deputado constituinte com 3.465 votos, ficando em 4° lugar dentre as nove vagas em disputa. O período era o fim do Estado Novo (1937 a 1945) e o início do processo de redemocratização do país.

Nas eleições de 1950, Freitas Cavalcanti foi reeleito o deputado federal mais votado naquele pleito com 9.896 votos, ainda na legenda da UDN.

Nas eleições de 1954, Freitas Cavalcanti(UDN) foi eleito senador por Alagoas com uma votação de 60.061 votos (27,76%), ficando em 1° lugar dentre as duas vagas em disputa. O segundo colocado foi Rui Palmeira(UDN) com 56.674 votos (26,19%).

Freitas Cavalcanti, renunciou ao mandato de senador da República em 1961, quando o presidente Jânio Quadros o nomeou Ministro do Tribunal de Contas da União(TCU). Sua renúncia causou a efetivação do primeiro suplente Afrânio Lages(UDN). Permaneceu no cargo de Ministro até se aposentar em novembro de 1977.

Freitas Cavalcanti faleceu em Maceió no dia 29 de agosto de 2002.

Eleições atípicas em 2020.

  • Redação
  • 13/07/2020 14:52
  • Marcelo Bastos

As eleições estão por vir e diante da pandemia que estamos vivendo, em virtude do coronavírus, haverá um pleito atípico de todos o já vivenciados.

A tradicional campanha de rua não fará sentido neste momento da covid-19, de modo que os partidos terão que se reinventar nessa eleição para conquista do voto do eleitor.

Da mesma forma, o guia eleitoral que a cada pleito perde a importância, dará às redes sociais, predominância e garantirá a determinação do cenário eleitoral.

Assim, as pesquisas apontam para esse pleito, o número de votos brancos e nulos, como também a abstenção, sendo a maior de todas as eleições que já tivemos. Isso reflete o cansaço do eleitor, diante as velhas promessas não cumpridas dos candidatos a cada eleição. A covid-19 está deixando grande parte do eleitorado receoso em sair de casa e esse fator vai influenciar grandemente na abstenção.

Mesmo com todos esses obstáculos impostos pelo coronavírus, a eleição em Maceió ocorrerão em dois turnos e terão como vencedor a saber: JHC, Alfredo Gaspar ou Ronaldo Lessa.

Marcelo Lavenére um grande amigo que luta pela vida.

  • Redação
  • 06/07/2020 12:00
  • Marcelo Bastos

A minha amizade com Marcelo Lavenére começou em 1986, quando ele foi candidato a deputado estadual pelo PMDB e eu fazia parte do movimento estudantil e apostei nele como meu candidato a deputado estadual pela história de retidão de caráter dele.

A minha amizade se estreitou tanto com Marcelo Lavenére nas eleições de 1986, que me tornei um dos coordenadores da sua campanha e percorrermos mais de 60 cidades de Alagoas em busca do voto do eleitor consciente.

Nas eleições de 1986 ele teve uma excelente votação, porém a escolha equivocada do partido para disputar o pleito fez ele perder a eleição.

Depois daquele pleito não concorreu mais a nenhum cargo eletivo.

Marcelo Lavenére é um homem de luta e do bom combate. Foi presidente da Associação dos Professores da Ufal, procurador aposentado e presidente da OAB/Alagoas.

Marcelo Lavenére atingiu o ápice na sua história junto a OAB, quando se tornou presidente nacional da entidade e ele foi um dos responsáveis como representante da entidade do encaminhamento do impeachment do presidente Collor.

Hoje nosso amigo Marcelo Lavenére está lutando pela vida e é vítima do covid-19. Estou em orações por esse guerreiro de bem e do bem chamado Marcelo Lavenére.