Luzamir Carneiros JG/Notícia E4fa68a9 0263 48eb a1cf a9961ab6ef95 Hélio no fogo da eleição de Joaquim Gomes, com a mulher, o filho Héder seu vice, além de Toinho Batista que teve o mandato cassado, Erivaldo Mandú e Jocob

Entre os 203 políticos alagoanos inseridos nos processos de contas julgadas irregulares, cuja relação já foi enviada na última quinta-feira, para o Tribunal de Contas da União –TCU, está o time familiar liderado pelo velho Hélio Brandão. Hélio é aquele que já foi prefeito do município de Mata Grande e que na eleição passada tentou sem lograr êxito, chegar ao posto de prefeito de Joaquim Gomes/AL, aonde sua esposa Cristina já foi prefeita figura que também consta na relação, assim como seu filho, Jacob Brandão, esse foragido da Justiça, acusado de cometer crime administrativo referente a um rombo milionário nos cofres públicos.

Na cidade de Mata Grande não se fala de outra coisa, quando o assunto é político. Isso porque além da família Brandão que impera ao longo de décadas o poder administrativo municipal, entrou também nesse rol de inelegíveis, o ex-prefeito Fernando Lou, pai do atual vice, cujo garoto não se bate com o atual gestor, Erivaldo Mandú, por recomendação da família Brandão.

Sabe-se que em 2016, Erivaldo Mandú foi eleito prefeito na carona dos Brandão; razão de ter sido duas vezes seguidas vice, na gestão comandada pelo o foragido Jacob. Os planos eram para que a Prefeitura ficasse sob as ordens de Hélio Brandão; o que não foi possível, porque Mandú travou o setor financeiro para as pretensões do velho Hélio. Aí, no final do ano passado, Erivaldo Mandú chegou a ser preso. Atribuiu sua prisão a um complô armando pelos Brandão, acusando-o de bancar vereadores para atender seus desejos administrativos, por meio de um vídeo antigo da época em que era vice-prefeito de Jacob.