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O câncer de pele é o caso de câncer mais comum no Brasil, o que corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Apesar disso, é o que se tem mais chances de cura se descoberto precocemente. Em épocas de verão de muito sol em todo o Estado de Alagoas e em todos os cantos do Nordeste, é sempre muito importante se precaver.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), são estimados 165.580 novos casos de câncer de pele no Brasil em 2018, sendo 85.170 homens e 80.410 mulheres. Em um estudo realizado em 2013, houveram 1.769 mortes relacionadas a este tipo de doença, sendo 1.000 do sexo masculino e 769 do sexo feminino.

O câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros. Para aqueles que possuem a pele mais clara sensível à ação dos raios solares ou com doenças cutâneas prévias, estes são as principais vítimas. Outras vítimas comuns são os indivíduos que têm o sistema imune debilitado, histórico familiar de câncer de pele e que se expõem à radiação artificial.

O melhor método de prevenção continua sendo evitar a exposição ao sol das 10h às 16h. O uso do protetor solar é muito importante além de roupas, chapéus, guarda-sol e óculos escuros.

Como descobrir a doença

O indivíduo deve sempre prestar atenção a qualquer modificação na pele. Manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram e feridas que não cicatrizam em quatro semanas, principalmente em áreas do corpo mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas, devem ser investigadas por um dermatologista.

Tratamento

O tratamento da doença consiste na realização de uma cirurgia tanto nos casos de carcinoma basocelular como de carcinoma epidermoide. O carcinoma basocelular de pequena extensão pode ser tratado com o uso de pomada ou radioterapia. Já contra o carcinoma epidermoide, o tratamento usual combina cirurgia e radioterapia.

*Estagiário