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Sempre que um massacre acontece nos EUA os vampiros desarmamentista correm para se esbaldarem em sangue inocente. Não seria diferente desta vez com o ataque à escola em Parkland, Flórida. O maior problema, claro, é que a maioria sai dizendo o que lhe vem à cabeça, sem saber nem o mínimo detalhe do caso. Foi exatamente o que fez Marco Antonio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan que, para não variar, atacou a extrema-direita, Bolsonaro e Olavo de Carvalho, mas covardemente o fez sem citar nomes. Defendeu, ao que parece, um “Estado forte” e o monopólio da força nas mãos do Estado. O historiador - estudioso que não estuda - deve desconhecer que isso sim é o princípio básico do fascismo e deveria, no mínimo, ler o imprescindível Hitler e o Desarmamento de Stephen P. Halbrook.

Já escrevi e falei muito sobre tais ataques e não vou aqui repetir tudo novamente. Deixo ao final deste texto uma coleção de artigos sobre o assunto, com informações preciosas e absolutamente necessárias para o entendimento correto desse assunto. Nesta confusão toda, com todo tipo de informação não confirmada tomando conta dos noticiários um nome me chamou a atenção: Aaron Feis!

Aaron Feis era treinador de futebol americano e segurança privado. Sem outra alternativa de confrontar o agressor – afinal escolas são Gun Free Zones – colocou-se na frente do assassino, criando uma barreira para proteger os alunos da escola. Recebeu diversos disparos e faleceu enquanto seus protegidos fugiam. Segundo preciosos, vidas salvas ao custo da sua própria. Mas não posso deixar de pensar: e se ele estivesse armado? Não tenho a menor dúvida que quem tem a coragem de renunciar a sua vida pelos outros não pensaria duas vezes em confrontar armado o psicopata e despido de utopias e ideologias ninguém teria coragem de não reconhecer que essa seria a única forma de parar o ataque letal. 

Não é sem motivo que de acordo com a pesquisa Gun Policy & Law Enforcement, realizada com 15.000 policiais, mais de 81% são favoráveis em treinar e armar professores, seguranças e outros profissionais nas escolas. Resultado nada surpreendente para quem reconhece o óbvio, ou seja, a polícia não é e nunca será onipresente e os malucos de plantão buscam atacar exatamente locais onde sabidamente não serão confrontados. Nesta mesma pesquisa 91% dos policiais apoiam que o cidadão porte armas para sua defesa e 86% acreditam que tragédias como as ocorridas em Newtown e Aurora, por exemplo, poderiam ter sido evitadas ou minimizadas se houvesse nos locais um cidadão armado e treinado. Provavelmente você nunca ouviu falar nessa pesquisa por aqui e nem vai, afinal vivemos no país do “nunca reaja” onde até comandante geral da Polícia Militar é assaltado e declara: “Não reagi, porque não se deve reagir a assaltos. É essa a orientação que passamos à população".  Desculpem o termo, mas é muita bundamolice! E o criminoso, o psicopata, o facínora segue justificado e pensando ter o direito de matar quem ousa desafia-lo. 

P.S. este texto saiu assim, de pronto, na pressa e sem revisão. Peço desculpas por possíveis erros. 

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