Foto: Gustavo Miranda/ O Globo 378cca82 954a 4679 a206 4261b50af052 Senador Renan Calheiros (MDB) e o ex-governador Teotônio Vilela Filho (PSDB)

Nos bastidores da política, a decisão do ex-governador e ex-senador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), foi - de fato - um verdadeiro "alívio" para o senador Renan Calheiros (MBD). 

Ao declarar a frase "que não disputarei o Senado da República agora em 2018", Vilela deixa o espaço aberto para que seu amigo-irmão busque à reeleição sem ter que enfrentar mais um adversário considerado 'forte'. 

Há de se dizer, portanto, que - por trás ou em Off - o ex-governador deve enxergar que numa próxima eleição (provavelmente a de 2022) possa disputar um cargo eletivo (se não for em 2020) com a ajuda do governador Renan Filho e do senador Renan Calheiros.

Isso seria, inclusive, o apoio de retorno pelo ocorrido em 2014 (se alguém lembrar do pleito daquele ano). 

Apesar de enfático, ao afirmar que "Depois de três mandatos de senador, dois de governador e por várias vezes presidente nacional e estadual do PSDB, continuarei a contribuir com o meu estado como cidadão", Vilela deixa "claro" que o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), será candidato ao Governo de Alagoas. 

"Hoje comuniquei ao prefeito Rui Palmeira, presidente do meu partido, o PSDB, que não disputarei o Senado da República agora em 2018, mas que estarei firme no apoio à sua candidatura ao Governo do Estado."

Será?

Portanto, o que vem a ser analisado pelos "experts" da política alagoana é que Teotonio Vilela Filho disse "Não" ao Senado como sendo um "Sim" para Renan Calheiros garantir seu retorno a Brasília. 

Quanto ao prefeito Rui Palmeira é aguardar o mês de Abril para vê se sua candidatura será - verdadeiramente - homologada na 'briga' pelo Executivo alagoano. 

Afinal, 2018 está apenas começando. 

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