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Na tarde da terça-feira, 06/01,a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros, esteve reunida com o procurador Alfredo Gaspar de Mendonça, numa aprofundada discussão sobre os desafios que se apresentam para a implementação das políticas de ações  afirmativas para o povo preto, dentre eles a implementação da  Lei nº 10.639/03, que em 9 de janeiro completou 15 anos.

Arísia Barros  ressaltou da necessidade do  poder público estabelecer espaços para a construção de conhecimentos na perspectiva antirracista, mesmo diante das muitas resistências sociais e principalmente do racismo institucional.

É preciso descontextualizar, socialmente, os múltiplos significados do racismo estrutural,como parte do processo de reconhecimento de direitos de um povo protagonista da história brasileira- ressaltou Arísia Barros.

O procurador  falou dos encontros ocorridos anteriormente, com o Instituto Raízes de Áfricas,  de forma a permitir um diálogo  mais aproximado, afim de compreender a complexidade da realidade do racismo e das desigualdades raciais, em Alagoas.  

Sim, precisamos de políticas públicas  no sentido de  valorização da história, cultura e o povo negro dessa  Alagoas,  que tem o Quilombo dos Palmares- como símbolo máximo da liberdade- finalizou.

Outros pontos pertinentes a questão foram discutidos e encaminhados.