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A depressão e doenças correlatas  tem sido uma das principais causas de óbitos , em Alagoas e tem gerado  sofrimento grande as famílias.

Dados fornecidos por estudo realizado pela Universidade de Harvard indicam que, das dez doenças mais incapacitantes em todo o mundo, cinco são de origem psiquiátrica, dentre elas a  depressão.

A depressão não escolhe gênero, classe social, idade, cor. Se não for tratada, ela pode se desenvolver até chegar ao momento crucial: a tentativa de suicídio ou até mesmo ao próprio suicídio. 

O aumento de casos relacionados à tentativa de suicídio em Alagoas é considerado alarmante. Dados do Hospital Geral do Estado (HGE) mostram que, a cada ano, os números aumentam e os maiores casos estão relacionados às mulheres.

Os transtornos depressivos desabilitam pessoas  para a vida.

Como ativista e represerntante eleita nas Conferências Estaduais  de Saúde da Mulher e Conferência de Vigilância da Saúde (2017), a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros se reuniu com o Secretário Executivo de Ações de Saúde, Paulo Teixeira buscando  saber sobre as ações da SESAU, em relação as providencias que o caso exige.

Arísia Barros propôs o engajamento e um esforço conjunto entre o Estado, associações de portadores de transtornos depressivos, familiares e sociedade civil organizada, no sentido de desenvolvimento e fortalecimento de   ações específicas nesta área.

Paulo Teixeira se comprometeu a compilar os dados já existentes sobre depressão e suicídios, realizado pelo HGE e marcar uma reunião ampla, com diversos atores institucionais ou não, para traçar caminhos.

Ao tomar conhecimento da proposta o secretário de Saúde Christian Teixeira, complementou: “Excelente iniciativa. Conte com nosso apoio.”