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Nesta sexta-feira, 02/02, no Parque da Cidade  Dona Sarah Kubitschek, em Brasília foi inaugurado um  espaço (jardim) tendo como objetivo prestar uma  homenagem às vitimas da Transfobia.  Marina Garlen, artista e ativista do movimento LGBT que foi assassinada quando representava a Bahia em um evento do Dia Nacional da Visibilidade Trans, na capital paulista, deu  nome ao  jardim.  Marina Garlen morreu na madrugada do domingo, 31/01/2016.

O Jardim tem também um espaço dedicado a Dandara, travesti assassinada a pedradas e pauladas e disparo de arma de fogo no Ceará em 2016.

Segundo ativistas do movimento LGBT este ano já conta com mais de 17 assassinatos em todo o Brasil. Tais ações têm como objetivo denunciar a crescente onda de violência e assassinatos contra a Comunidade LGBT e buscar formas de combater tais violências.

Durante a ação foram plantadas diversas mudas de Ipês de diversas cores.