Divulgação Aac24a89 c058 49a1 b084 777792212238 Jumanji: Bem-vindo à Selva

Divertido, sagaz e com muita ação, Jumanji: Bem-vindo à Selva é o tipo de filme de aventura que faz o tempo passar rápido e nos faz rir a quase todo instante. Proposto para o divertimento e entretenimento, o filme é para todas as idades e garantia de muita comédia com um elenco afiadíssimo.

Não é à toa que Jumanji, continuação direta do clássico 1995 com Robin Williams, desbancou Star Wars: Os Últimos Jedi nos cinemas americanos e, também, brasileiros. Ao contrário do jogo de tabuleiro dos anos 90, a nova aventura adere à tecnologia quando um jovem entra no mundo de Jumanji ao jogar a partida em um vídeo-game.

Vinte anos depois, quatro jovens encontram este mesmo vídeo-game e entram nos desafios perigosos da floresta. A partir daí, o elenco principal literalmente destrói. A química envolvendo Dwayne Johnson (Dr. Smolder Bravestone) e Kevin Hart (Moose Finbar) é excepcional. Incrível como uma dupla que não teria nada a ver se dá tão bem, coisa que vem ocorrendo desde “Um Espião e Meio”.

Jack Black (Professor Shelly Oberon) imitando uma mulher é uma das melhores coisas do filme, juntamente com a bela Karen Gillan (Ruby Rounhouse) e as cenas muito bem coreografadas.

Jumanji mistura cenas que lembram vagamente Mad Max, só que na floresta, e Jogos Vorazes, o que traz uma mistura eficaz de ação misturada com a comédia pastelão, mas excêntrica, do quarteto.

A partir do momento em que o drama aparece, mostra-se ser um dos pontos fracos do filme. Não dá tempo de realmente gostar ao máximo dos personagens, talvez até porque tudo seja corrido para um filme de duas horas. A trilha também não ficou lá essas coisas, nada comparado ao de 95 ou de outras produções que são parecidas.

Mesmo assim, o conjunto da obra deixa o público satisfeito. O resultado final é muito bom e a diversão é garantida. Jumanji: Bem-vindo à Selva não precisa ser épico ou memorável quanto o primeiro, bastou ser ele mesmo e isso basta.

 

Ótimo - Nota 8