Prática que não pode parar. Os mestres do Patrimônio Vivo são de grande representatividade nas áreas em que atuam e criam maneiras de perpetuar a cultura de Alagoas, transmitindo valores e fortalecendo a própria identidade do alagoano.

Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) inaugura, nesta segunda-feira (18), às 10h30, um espaço permanente dedicado aos mestres do Patrimônio Vivo de Alagoas.

O Memorial foi montado no Museu Palácio Floriano Peixoto e já funciona desde a última sexta-feira (15) para visitação do público. A inauguração do espaço contará com a presença de todos os Mestres do Patrimônio Vivo do Estado.

O Memorial reúne fotos e a história de vida dos Mestres do Patrimônio Vivo, documentados pela Lei Estadual nº 6513/04. O registro resgata, valoriza e preserva os mestres e mestras que detêm os conhecimentos e técnicas de manifestações culturais, tradicionais e populares de Alagoas.

Atualmente, existem 38 mestres atuantes. São eles: Dona Irinéia, Seu Deca, Maria do Padeiro, Jaçanã, Dona Flor, Palhaço Biribinha, Expedito Tavares, Chau do Pife, Canarinho das Alagoas, João Procópio, Zé Hum, Nelson da Rabeca, Dedeca, Zezito Guedes, Dona Lourdes, Bia de Viçosa, João de Lima, Mãe Neide, Juvêncio dos Santos, Pancho, Pedroca, Jacaré, Jorge Calheiros, Dadá, Nadeje, João das Alagoas, Arthur Morais, Benedita Traira, André Joaquim, Juvenal Domingos, Claudionor Higino, Bertolina Nunes, José Laurentino, Zeza do Coco, Vânia Oliveira, Maria Severiano, Antônio Selestino e Iraci Bomfim.

Para a secretária de Estado da Cultura, Mellina Freitas, mostrar a arte e a vida dos mestres é uma forma de homenagear personagens marcantes da cultura alagoana. “É superimportante reconhecer esses artistas que preservam nossa cultura, repassando os seus saberes populares para as novas gerações”, disse.