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O traficante Erick da Silva Ferraz morreu em confronto com policiais federais e militares durante a Operação duas faces iniciada nesta manhã para prender o acusado. Ele resistiu à prisão quando os policiais chegaram à casa onde ele estava residindo em condomínio de luxo na parte alta de Maceió. 

Ferraz era foragido do Sistema Prisional de São Paulo e tem uma história de vida totalmente ligada ao mundo do crime. Ele assimuiu a posição de chefe de uma organização criminosa, depois que seu pai João Aparecido Ferraz Neto, conhecido como João Cabeludo, foi preso na Bolívia.

João Cabeludo acumula condenações  que somam 500 anos de prisão e sua  família comanda o tráfico de drogas na região de Jardim da Granja, zona sudoeste do município de São José dos Campos, em São Paulo.

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Cabeludo era responsável pelo abastecimento de drogas do eixo Rio-São Paulo e um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital) na região do Vale do Paraíba. Com sua prisão, Erick, que usava em Alagoas a identidade de Bruno Augusto Ferreira Junior passou a administrar tudo.

De acordo com investigação da Polícia Federal, Ferraz vinha atuando como empresário no estado e mantinha uma vida de alto padrão com residência e carros de luxo. Diversos bens, como carros de luxo, embarcações e imóveis de alto padrão estão sendo objeto de sequestro e apreensão. Já foram arrecadados valores bastante significativos em moeda nacional e estrangeira, consoante registros fotográficos infra.

*Com informações do Ovale.com