Foto: Assessoria 9d25cae7 dcd3 4971 abc5 3c66ef6c03da
A Deputada Rosinha da Adefal participou do evento “Encontro de Gerações” promovido pela Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, juntamente com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, e com apoio do Memorial da Inclusão, nos dias 06 a 08 de novembro. O evento ocorreu no Hotel Fazenda Parque dos Sonhos, na Instância Turística de Socorro, interior de São Paulo.
O Encontro, produzido pela Equiparar, empresa voltada para a inclusão plena por meio de projetos de desenvolvimento humano, teve a finalidade de reunir jovens com deficiência do Brasil inteiro que liderem movimentos sociais com militantes veteranos, para troca de experiências e traçar novas ações para fortalecer a luta da pessoa com deficiência.
Para Rosinha o evento “ajudou a fortalecer a organização do movimento social das pessoas com deficiência no Brasil, divulgar nossas conquistas e facilitar na elaboração de estratégias de defesa de direitos das pessoas com deficiência”.
A parlamentar foi convidada para participar do evento, pois possui uma história de militância no movimento da Pessoa com Deficiência. Inclusive, falou dos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e sobre os avanços da Lei Brasileira de Inclusão – LBI.
“A união do movimento é importante para a construção de um Brasil mais inclusivo. O Encontro de Gerações foi um momento, não só de interação, mas também para avançar nas parcerias e projetos”, afirmou Rosinha.
Violência contra a mulher com deficiência
Outro tema debatido no encontro foi a violência contra a mulher com deficiência. Para a deputada Rosinha é importante falar sobre isso, principalmente pela “dupla vulnerabilidade da mulher com deficiência diante de situações de abuso e violência doméstica”.
O Brasil ratificou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), tratado internacional da ONU, sendo este um marco histórico para o país, pois é o primeiro Tratado de Direitos Humanos do Século XXI a ingressar no Brasil com status constitucional.
“Em seu artigo 6, a Convenção se refere à dupla vulnerabilidade das meninas e das mulheres com deficiência, recomendando aos Estados signatários – como é o caso do Brasil – a adoção de medidas que garantam a segurança e favoreçam a autonomia das mulheres com deficiência, em todos os aspectos de sua vida”, lembra Rosinha