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Em mais uma edição do Rock Pró Cultura, em Arapiraca, o cenário para o encontro de roqueiros foi a praça pública, com evento gratuito de ótima qualidade, no domingo(05). Tribos do skate, nerds, grunges e, por incrível que pareça, de “babys” reafirmaram que todos os primeiros domingos de cada mês a Praça Luiz Pereira Lima é da família, e de quem mais quiser curtir, em paz, o rock na capital do agreste.

Os grupos de Maceió Quebra Mar e Mosh, que subiram ao palco para fazer um especial à Charlie Brown Jr, e CPM22. A energia contagiou a plateia e mostrou que os cento e vinte quilômetros de estrada para chegar à “Terra de Manoel André” não cansou, mas energizou essa galera que esbanjou talento e performance.

O formato do evento é um sucesso indiscutível e deve-se a luta incansável de seu idealizador, Luiz Domingos da Silva. Roqueiro de alma e coração, desde de 2013, ele batalha incessantemente junto a empresários locais, poder executivo municipal e estadual para apoio nesta jornada e, de bater em porta em porta, conseguiu dar uma estrutura profissional de qualidade aos seus eventos.

Com patrocínio de empresários arapiraquenses e do governo estadual, além de apoio cultural da prefeitura de Arapiraca, o “Rock Pró Cultura” tornou-se referência para os grupos e bandas alagoanas. Seu idealizador, produtor executivo e produtor cultural, Domingos Júnior, afirma que o apoio do governo do estado, no segundo semestre deste ano, tem garantido uma melhor estrutura de iluminação aos shows, e isso tem feito a diferença. “O apoio da secretaria de Cultura, Lazer e Juventude de Arapiraca também é um estímulo para continuar nesta jornada”, reforçou Domingos.

“O padrão que temos de som e luz é profissional e melhorou muito desde que o projeto iniciou, por isso preciso no mínimo mantê-lo ou melhorá-lo, já pensando em 2018. Outro ponto também é o cachê das bandas. A galera vem porque conhece a seriedade do evento, e que ele é o único no estado que acontece mensalmente e tem feito a diferença no que se refere a formação de plateia. O rock vem para a praça de forma democrática, acessível, inclusiva, sem preconceitos e em paz, e isso tem unido tribos e tornado o evento maior”, destacou Domingos Jr.

Uma coisa é certa, este evento veio para ficar e, quem sabe ... mostrar que Arapiraca, em um futuro próximo, pode ser a capital nordestina do rock!