(Foto: Divulgação) 3d98db56 4a67 40f0 9fa0 bf0c69f3e38e A vítima Elizenilda Teodoro Moreira, 40 anos, foi morta brutalmente em sua residência.

Um homem acusado de assassinar a esposa Elizenilda Teodoro Moreira, 40 anos, foi preso pela Polícia Civil (PC) na tarde deste domingo (05), na cidade de Igreja Nova. José Milton Moreira, conhecido como “Cascão”, de 43 anos, matou a esposa que teve a cabeça arremessada contra o chão várias vezes, sofrendo fortes pancadas na nuca.

A prisão se deu em cumprimento a mandado de prisão temporária expedido pelo juiz Bruno Acioli Araújo, em virtude de representação criminal formulada pela Polícia Civil. O acusado foi localizado em sua residência.

De acordo com as investigações, o acusado era casado há mais de 20 anos com a vítima, identificada 40 anos, com a qual possuía dois filhos. O relacionamento era bastante conturbado e o acusado mantinha um relacionamento amoroso em paralelo. Algumas testemunham relataram que a vítima teria um seguro de vida com um valor alto.

O delegado Fernando Lustosa, esclareceu que para polícia “Cascão” não confessa o crime e conta que retornou na manhã da quinta-feira (02) para sua residência por volta das 06hs da manhã e teria encontrado a esposa caída no chão da cozinha, já sem vida, com seu corpo envolto por sangue.

“A perícia técnica do Instituto de Criminalística junto com os policiais civis atestou que na cena do crime não houve nenhuma violação, nem subtração de bens de valor, como celulares, televisores, computador, bem como foi constatado que o aparelho responsável pelo armazenamento de imagens das câmeras de vigilância da casa não foi danificado, e sim desconectado e levado da cena do crime” frisou o delegado regional.

Os fatos apresentados se contradizem com a versão do acusado, que alegou um suposto crime de latrocínio, e que alguém teria invadido sua residência para roubar.

O delegado ainda explicou que “com base nestes e em outros elementos de convicção foi representado pela prisão temporária do acusado, que permanecerá sob custódia da polícia por 30 dias até que as investigações sejam concluídas”.

 “Vamos continuar de forma intensa os trabalhos de investigação, objetivando fornecer todos os elementos necessários à Justiça de Igreja Nova, para que esse crime não caia na impunidade. O acusado mantinha um conturbado, regado a discussões constantes”, finalizou o delegado regional.

O trabalho foi acompanhado pelo delegado-geral Paulo Cerqueira.

*com Ascom PC/AL