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A frase foi dita pela escritora carioca Sonia Rosa que relatou das dificuldades para realizar o sonho de conhecer o solo sagrado do Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga em União dos Palmares, AL.

Foi uma tarefa hercúlea para chegar até aqui a Serra, ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares.

O que mais me causou surpresa foi o desconhecimento do próprio povo alagoano por essa história tão fartamente rica, acontecida neste sitio histórico. Há certa resistência coletiva de dar visibilidade a história de Zumbi e tantos heróis negros.

Na praia do Gunga busquei informações com um rapaz negro, de uns 24 anos e perguntei-lhe da Serra e ele respondeu que não sabia de qual Serra eu falava, e muito menos conhecia Zumbi.

Em Maceió não foi diferente funcionários do hotel, agentes de turismo desestimulavam a visita dizendo: Por que vocês querem ir lá? Não tem nada  lá. .É muito difícil a subida, etc e tal.

E ao contratarmos com uma taxista em Maceió, o Welligthon ele disse: Dirijo a 20 anos e nunca nenhum turista me pediu informações sobre como ir à Serra.

Por que colocam tantas dificuldades para chegar até aqui? Por que invisibilizam a história de pret@s? Questiona Sônia.  E, acrescenta:-  outro grande problema é a flagrante ausência de sinalização.

Por que não há sinalização?

Depois dos relatos indignados de Sonia e seu marido, o músico Maneco Dias, perguntei-lhes da impressão de  conhecer a Serra  da Barriga e Maneco afirmou: A energia espiritual é muito forte,mas a estrada  é uma desgraça.

E chegou mais um novembro...

A frase foi dita pela escritora carioca Sonia Rosa que relatou das dificuldades para realizar o sonho de conhecer o solo sagrado do Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, em União dos Palmares, AL.

"Foi uma tarefa hercúlea para chegar até aqui,ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares.

O que mais me causou surpresa foi o desconhecimento do próprio povo alagoano por essa história tão fartamente rica, acontecida neste sitio histórico. Há certa resistência coletiva de dar visibilidade a história de Zumbi e tantos heróis negros.

Na praia do Gunga busquei informações com um rapaz negro, de uns 24 anos e perguntei-lhe da Serra e ele respondeu que não sabia de qual Serra eu falava, e muito menos conhecia Zumbi.

Em Maceió não foi diferente funcionários do hotel, agentes de turismo desestimulavam a visita dizendo: Por que vocês querem ir lá? Não tem nada para ver lá. .É muito difícil a subida, etc e tal.

E ao contratarmos com uma taxista em Maceió, o Welligthon ele disse: Dirijo a 20 anos e nunca nenhum turista me pediu informações sobre como ir à Serra.

Por que colocam tantas dificuldades para chegar até aqui? Por que invisibilizam a história de pret@s? Questiona Sônia.  E, acrescenta:-  outro grande problema é a flagrante ausência de sinalização.

Por que não há sinalização?

Depois de ouvir os  relatos indignados de Sonia e seu marido, o músico Maneco Dias, perguntei-lhes da impressão de  conhecer  o berço centenário da resistência negra  e Maneco afirmou: A energia espiritual é muito forte,mas a estrada  é muito ruim e invisibiliza os caminhos do conhecimento para a  história de resiliência da ancestralidade preta.

E chegou mais um novembro...