Ilustração D62cd5f6 8831 4bfa 8ae2 1ba890a7b475 Aedes Aegypti é um dos responsáveis pela transmissão da doença

Os casos de Febre Amarela voltaram a tomar conta do noticiário nacional depois que macacos foram encontrados mortos com suspeita da doença. Ao contrário de alguns estados do Sul e Sudeste, por exemplo, Alagoas não é considerada uma área de risco, porém alguns cuidados são necessários caso alguém esteja com uma viagem programada para lá.

A reportagem do CadaMinuto entrou em contato com a Secretaria do Estado de Saúde (Sesau) para saber quais são os procedimentos necessários para quem for viajar para o estado de São Paulo, por exemplo, nos próximos dias. De acordo com a Sesau, será necessário tomar a vacina contra a febre amarela dez dias antes de qualquer ida para as áreas de risco.

“Para tomar a vacina, o cidadão deve ir a qualquer posto de saúde e apresentar algum comprovante que vai viajar para os estados que possuem suspeitas da doença. Lá ele toma a vacina uma vez e já está imunizado”, disse a assessoria de Comunicação da Sesau.

Já para quem vem dos lugares de risco não é necessário nenhum procedimento, já que Alagoas está livre do surto, segundo relação do Ministério de Saúde que apresenta os municípios recomendados para a vacinação contra a Febre Amarela. A lista pode ser conferida na íntegra clicando aqui.

Formas de transmissão

Na área urbana, o vetor transmissor da Febre Amarela é o mosquito Aedes Aegypti (mosquito da Dengue). A infecção viral acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina é picada por um mosquito infectado.

Os primeiros sintomas ocorrem depois de dois dias apresentando febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso, porém a maioria dos infectados se recuperam bem da doença.

Confira as orientações do Ministério da Saúde:

 

 

*Estagiário