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Ela tinha 48 e foi morta pela polícia no último sábado, (7), na Cidade de Deus, zona oeste do Rio de Janeiro.

O policial militar do Bope (Batalhão de Operações Especiais) desfechou uma coronhada na cabeça de Marisa. Ela era mãe e foi defender o filho de 17 anos que estava na companhia da irmã, da prima e da namorada, e a polícia queria prendê-lo, alegando  que o rapaz estava muito “arrumadinho” e queria  que ele assumisse que era traficante.

A polícia do Rio queria prender um preto jovem porque ele estava decentemente  vestido, portanto poderia ser um potencial bandido rico do morro  e matou sua mãe, Marisa de Carvalho Nóbrega, profissão diarista e vendedora, com uma coronhada de fuzil na cabeça.

Marisa morreu dois dias após ser agredida por PM.

A polícia do Rio e de tantos estados do Brasil não se cansa de perseguir preto.

Prenderam Rafael Braga porque ele era um maltrapilho morador de rua e agora resolveram prender um jovem de 17 anos porque ele estava bem vestido e supostamente poderia ser traficante..

Qual é a lógica da polícia do Rio em suas incursões no mundo de pret@s?

Racismo é a resposta que preenche  todos os vazios de vidas que sobem e descem morro.

A policia como  braço armado do estado pratica o racismo institucional: mate primeiro, pergunte depois e  se não responder arrume provas para incriminar o sujeito já morto.

A polícia do Rio matou com uma coronhada na cabeça  a mãe preta do menino.

E daí?

 

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