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Uma recomendação da procuradora da República Niedja Káspary para que a Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) suspendesse  as interceptações telefônicas e transferisse as mesmas para a à estrutura da Polícia Judiciária e do Ministério Público, causou um “ruído” com o Ministério Público de Alagoas.

O chefe do MP-AL, Alfredo Gaspar de Mendonça, que foi secretário da SSP no início do governo de Renan Filho, discorda da proibição de integrantes da SSP e da Polícia Militar de Alagoas participarem da operacionalização de  interceptações telefônicas e pretende ir até o STF para discutir a questão. Em fala para o Blog do Davi Soares, no site Diario do Poder, Alfredo Gaspar diz:

“Nunca teve problema. Eles apenas ouvem e transcrevem. Trabalhamos com parcerias, tudo sob a fiscalização do MP. Quem requer as interceptações e fiscaliza é o MP. Tudo dentro da legalidade, o entendimento do MP, por meio da Procuradoria Geral de Justiça, é diferente. Integração e a palavra-chave. Se for preciso, vamos até o STF

E agora, quem está com a razão? O MPF-AL ou o MPE-AL?